DAE amplia ações para normalizar abastecimento

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O DAE (Departamento de Água e Esgoto) de Santa Bárbara d’Oeste segue com os esforços para a manutenção do abastecimento de água na cidade. A estiagem recorde que atingiu a região e boa parte do Estado de São Paulo este ano reduziu drasticamente o nível das represas do município. As chuvas que caíram durante o mês de novembro e no início deste mês não foram suficientes para recuperar os mananciais. Além do rodízio adotado no mês passado, esta semana foi decretado estado de emergência, o que permitirá ao DAE realizar uma série de ações para recompor o sistema de abastecimento.

 

Para levar mais água às estações de tratamento, o DAE iniciou nesta sexta-feira (12) a obra para o recalque da água do Córrego Araçariguama até a Represa Santa Alice (Represinha). Serão instalados tubos no trecho que compreende a lagoa do Parque Araçariguama à Represinha – ponto de captação de água bruta -, totalizando 1.570 metros de extensão. Os trabalhos prosseguem neste final de semana e serão realizados com mão de obra do DAE.

 

Também serão realizadas as obras para o recalque das águas do Ribeirão dos Toledos, na altura do Jardim Conceição, até a ETA IV, na Avenida Prefeito Isaias Hermínio Romano, e da Usina Santa Bárbara para a ETA II, na Vila Aparecida. A autarquia também está providenciando a instalação de equipamentos para a utilização da reserva técnica do Parque das Águas, uma das quatro represas que abastecem a cidade, além do desassoreamento das represas Areia Branca e São Luiz. Por fim, o DAE realiza estudos para a construção de uma nova represa no Córrego Alambari, com capacidade para 25 bilhões de litros, volume três vezes maior que toda a reserva existente hoje.

 

Rodízio: O DAE mantém o rodízio no abastecimento de toda a cidade, porém o período de manobras na redução de vazão na rede de distribuição foi ampliado para garantir o fornecimento de água pelo menos uma vez ao dia. “O atual sistema de distribuição não foi feito para suportar uma crise tão grave como a que estamos vivenciando”, disse o diretor superintendente do DAE, Rafael Piovezan. “Os períodos de redução de vazão estão maiores como forma de tentar equilibrar a demanda resultante do consumo e a recarga dos nossos mananciais. É fundamental que a população entenda que algumas regiões podem ser mais afetadas do que outras, por isso orientamos que as pessoas façam uma reserva maior e economizem ao máximo até que a situação seja normalizada”, reforçou Piovezan.

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