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Comissão Especial de Estudos questiona situação do transporte público de Americana

A Comissão Especial de Estudos e Acompanhamento sobre o transporte coletivo de Americana, através dos vereadores Guilherme Tiosso (PRP), Leo da Padaria (PC do B), Luiz da Rodaben (PP), Marschelo Meche (PSDB), Odir Demarchi (PR), Professor Padre Sergio (PT), Thiago Martins (PV) e Vagner Malheiros (PDT), protocolou na secretaria da Câmara Municipal de Americana dois requerimentos em que pede informações sobre o transporte público no município.

 

De acordo com o primeiro documento, moradores relataram que os ônibus recentemente colocados em circulação pela empresa Viação Princesa Tecelã (VPT) possuem diversas avarias e estão com alta quilometragem. “Segundo informações esses veículos teriam sido trazidos da cidade do Rio de Janeiro, devido à legislação carioca, que não permite a circulação de ônibus com idade superior a cinco anos”, afirma Sergio.

 

Na outra propositura, os parlamentares apontam a recente revogação da concessão de linhas urbanas do transporte público à Viação Cidade de Americana (VCA), em decorrência à precariedade de veículos e incapacidade frente às responsabilidades fiscais. “Mesmo entendendo que tal providencia foi amparada num desejo de oferecer um transporte público seguro, confortável e pontual aos nossos munícipes, vimos que não basta se reorganizar, mas sim acompanhar o seu desenvolvimento. Nesse sentido, observamos que a atual detentora das linhas municipais, tem faltado com algumas obrigações básicas, a iniciar pela manutenção preventiva de seus veículos”, expõe Malheiros.

 

Nos requerimento, os vereadores perguntam por qual instrumento legal foi transferida a concessão das linhas urbanas que pertenciam à empresa VCA para a empresa VPT, qual o tempo dessa concessão e se as alterações promovidas no itinerário de catorze linhas resultaram na diminuição de horários.

 

Questionam ainda qual a idade dos ônibus e a quilometragem que possuíam antes de entrar em circulação no município, como são feitas as manutenções, se existe fiscalização e quantos acidentes envolvendo ônibus foram registrados em Americana nos anos de 2016 e 2017.

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