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Comissão das Nações Unidas reconhece programa de restauração ambiental da Suzano entre os mais transformadores do Brasil

Com o emprego de técnicas e metodologias customizadas, 10,7 milhões de mudas nativas foram plantadas nos biomas Amazônia, Mata Atlântica e Cerrado

 

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), vinculada à Organização das Nações Unidas (ONU), promoveu evento na semana passada para apresentar projetos considerados transformadores rumo à sustentabilidade do desenvolvimento. Entre os destaques da iniciativa organizada pela Cepal e pela Rede Brasil do Pacto Global esteve o Programa de Restauração Ambiental da Suzano.

O webinar Big Push para a Sustentabilidade foi realizado em formato online no dia 26 e contou com a participação da consultora de Sustentabilidade da Suzano, Sarita Severien. Na ocasião, a Cepal lançou um repositório online de estudos de caso sobre investimentos para a sustentabilidade no Brasil.

Para selecioná-los, a CEPAL promoveu uma chamada pública a partir da qual recebeu 131 estudos de casos. Especialistas em desenvolvimento sustentável do IPEA, do Governo Federal Brasileiro e da CEPAL selecionaram 66 casos considerados elegíveis para compor o Repositório de caso do Big Push para a Sustentabilidade no Brasil. Constou nesta lista, além do projeto do Programa de Restauração Ambiental, o estudo de caso do Programa de Desenvolvimento Rural Territorial (PDRT) da Suzano.

O mesmo comitê de avaliação estabeleceu, na sequência, os 15 principais destaques do Brasil, incluindo o Programa de Restauração Ambiental da Suzano, uma das maiores estratégias de conservação da biodiversidade e de restauração ambiental do país. “A cada dois minutos a Suzano planta uma árvore nativa. Além do compromisso com a preservação e restauração ambiental, temos comprometimento com as comunidades do entorno das fábricas da empresa. Desde 2010 estamos empenhados no desenvolvimento social e sustentável das comunidades rurais”, afirma Sarita Severien.

Com o emprego de técnicas e metodologias customizadas, o projeto resultou no plantio de 10,7 milhões de mudas nativas em um período de dez anos. Os plantios aconteceram em mais de 31.000 hectares de áreas degradadas, distribuídas em três biomas brasileiros: Amazônia, Mata Atlântica e Cerrado.

A partir deste ano, a empresa quer ampliar a captura de sinergias e compartilhamento de boas práticas entre todas as unidades da empresa. O trabalho está sendo liderado por um grupo de gestão corporativo que está mapeando as diferentes linhas de atuação, bem como otimizando e somando iniciativas de pesquisa e desenvolvimento, gestão de conhecimento, excelência operacional, projetos socioambientais e gestão e controle de informações. Assim, a iniciativa se tornará ainda mais escalável e replicável no território brasileiro.

Para conhecer os casos da Suzano no Big Push para a Sustentabilidade no Brasil, basta acessar os links:

https://biblioguias.cepal.org/c.php?g=981128&p=7152433

https://biblioguias.cepal.org/c.php?g=981128&p=7152592

 

Sobre a Suzano

A Suzano, empresa resultante da fusão entre a Suzano Papel e Celulose e a Fibria, tem o compromisso de ser referência global no uso sustentável de recursos naturais. Líder mundial na fabricação de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina, a companhia exporta para mais de 80 países e, a partir de seus produtos, está presente na vida de mais de 2 bilhões de pessoas. Com operações de dez fábricas, além da joint operation Veracel, possui capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano. A Suzano tem mais de 35 mil colaboradores diretos e indiretos e investe há mais de 90 anos em soluções inovadoras a partir do plantio de eucalipto, as quais permitam a substituição de matérias-primas de origem fóssil por fontes de origem renovável. A companhia possui os mais elevados níveis de Governança Corporativa da B3, no Brasil, e da New York Stock Exchange (NYSE), nos Estados Unidos, mercados onde suas ações são negociadas.

 

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