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Com investimentos em novas tecnologias, Suzano eleva eficiência operacional no campo

Hoje, praticamente 100% das operações na silvicultura contam com o apoio de ferramentas tecnológicas para aumentar a eficiência do setor na unidade florestal de São Paulo

 

 

A Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, também tem se firmado como modelo mundial de produtividade no setor da silvicultura, posto que seria impossível de ser alcançado sem os constantes investimentos em inovação. As novas tecnologias, presentes em praticamente 100% das operações do setor florestal, fizeram com que a unidade florestal da empresa em São Paulo atingisse indicadores de eficiência operacional próximo aos 80%.

 

“Esse nível de excelência seria impossível de ser atingido sem as ferramentas tecnológicas que temos. As novas tecnologias mudaram a realidade do campo, colaborando para aumentar a eficiência e a segurança em todas as etapas do processo. Por exemplo, no preparo do solo, temos os sistemas de piloto automático para garantir o alinhamento das linhas de plantio, controle de dose de fertilizantes, computadores de bordo das máquinas de colheita, com alto nível de automação e registro da produção”, destaca Hugo Souza dos Santos, gerente executivo de Operações Florestais de SP.

 

A inserção de novas tecnologias no processo florestal não é recente na Suzano. Atualmente, a empresa conta com ferramentas como sistemas de precisão das máquinas, com o registro de toda a atividade de forma digital (incluindo produção, tempo e doses aplicadas no caso da silvicultura), e mapas embarcados nas máquinas de colheita, que, ao informarem o local exato onde estão operando, reduzem o risco de acidentes.

 

Outro fator que colabora para esse aumento da eficiência nas operações é a disponibilidade mecânica das máquinas, que representa quanto tempo elas efetivamente estão disponíveis para o trabalho. Neste caso, já temos níveis acima de 90%, consequência do amplo trabalho dos times de manutenção da Suzano.

 

Atualmente, a Suzano colhe o equivalente a 115 mil de árvores de eucalipto em um único dia. Ao mesmo tempo, atua no plantio de 55 mil novas mudas e na condução de rebrota de outras 44,5 mil mudas na unidade florestal de São Paulo a cada 24 horas. Somente no primeiro semestre deste ano, foram colhidas 20,7 milhões árvores de eucalipto pela empresa. A madeira é utilizada para abastecer as fábricas de Suzano, Limeira e Jacareí, localizadas no interior de São Paulo.

 

Camila Denoni, 29 anos, engenheira Florestal, conhece bem os benefícios que a inovação tecnológica pode trazer para o campo. Camila entrou na Suzano em 2019, como supervisora de colheita e, para ela, entre os benefícios está a agilidade das informações para que, assim, possam ser tomadas decisões mais assertivas. “Temos um processo de coleta de informações sobre o processo via wi-fi. Com ele, podemos analisar todas as informações pertinentes àquele turno de trabalho. Essa não é uma nova tecnologia, porém, faz diferença no nosso dia a dia.

O uso de drones também é frequente. Com ele, podemos ter filmagens mais próximas das máquinas sem colocar nenhuma pessoa em risco”, explica Camila, que em julho deste ano passou a fazer parte do time de Planejamento Financeiro.

 

O uso das novas tecnologias também é essencial para Natália Braga das Neves, 27 anos. A engenheira florestal atua na Suzano desde 2018 e é supervisora de operações, com foco no preparo do solo, aplicação de herbicidas e de corretivos do solo. “Hoje, o preparo do solo é feito por meio de tecnologia embarcada, ou seja, a máquina trabalha de forma autônoma. Na aplicação dos corretivos do solo, por meio das tecnologias é possível saber qual a área que recebeu o corretivo e a quantidade aplicada, dentre tantas outras informações. Essas inovações são essenciais e não somente para as operações. Essas tecnologias nos auxiliam no planejamento visando sempre otimizar nossos processos. Temos ainda várias outras tecnologias em desenvolvimento. Tem muita coisa que a gente ainda pode fazer. Há um leque grande de opções para trazer novas tecnologias na Silvicultura”, antecipa.

 

Mais inovações

Na empresa, o processo de busca por inovação é constante e tem se intensificado, seguindo a dinâmica do setor. Entre as tecnologias em desenvolvimento estão desde o uso de câmeras e inteligência artificial para irrigação, pulverizadores inteligentes a sistemas de auto-gestão em tempo real e para maior integração entre Colheita e Logística. “Podemos enumerar uma série de tecnologias em diferentes etapas de desenvolvimento e que devem ser vistas no campo em breve. Essas diferentes tecnologias devem trazer, além dos ganhos em eficiência e precisão, benefícios ao meio ambiente e aumento significativo na qualidade de trabalho para as pessoas”, completa o gerente de Operações Florestais.

 

Para acompanhar os avanços tecnológicos, os colaboradores da empresa passam por constantes treinamentos e oficinas. Em função do grande número de novas tecnologias e o futuro próximo de conectividade total no campo, a unidade já estuda promover um plano de preparação para os profissionais do futuro. O objetivo é integrar os colaboradores às novas ferramentas.

 

Sobre a Suzano

A Suzano, empresa resultante da fusão entre a Suzano Papel e Celulose e a Fibria, tem o compromisso de ser referência global no uso sustentável de recursos naturais. Líder mundial na fabricação de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina, a companhia exporta para mais de 80 países e, a partir de seus produtos, está presente na vida de mais de 2 bilhões de pessoas. Com operações de dez fábricas, além da joint operation Veracel, possui capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano. A Suzano tem mais de 35 mil colaboradores diretos e indiretos e investe há mais de 90 anos em soluções inovadoras a partir do plantio de eucalipto, as quais permitam a substituição de matérias-primas de origem fóssil por fontes de origem renovável. A companhia possui os mais elevados níveis de Governança Corporativa da B3, no Brasil, e da New York Stock Exchange (NYSE), nos Estados Unidos, mercados onde suas ações são negociadas.