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Coluna Metamorphose: Em autobiografia, Max Cavalera expõe mágoa por separação do Sepultura.

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O titulo da autobiografia de Max Cavalera não poderia ser mais propício: “My Bloody Roots – Toda a Verdade Sobre a Maior Lenda do Heavy Metal Brasileiro”. Traduzido pelo jornalista Roberto Mugiatti e lançado no Brasil pela Editora Agir, o livro conta a trajetória do músico de 44 anos desde sua infância em São Paulo ao estrelato com o Sepultura.

No livro, o ex-Sepultura revela os primórdios do que viria a ser uma das maiores bandas de heavy metal do mundo após se transformar em um garoto revoltado por causa da morte de seu pai, quando tinha dez anos de idade. “Se ele não tivesse morrido talvez nunca tivéssemos nos tornado músicos”, diz ele.

Max também conta histórias hilárias sobre o inicio da banda em Minas Gerais, desde o primeiro show em Belo Horizonte como um trio até a expulsão do vocalista Wagner Lamounier (que mais tarde formaria o Sarcófago e se tornaria o inimigo número 1 do grupo). Segundo Max, Wagner roubava e vendia os cabos de guitarra da banda. “Acho que era cleptomaníaco”.

No livro, Cavalera também revela seus problemas com drogas e alcoolismo, e sobre sua internação em uma clinica de reabilitação, que foi mantida em segredo até a publicação da biografia.

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Cicatrizes pós-Sepultura
O desligamento de Max do Sepultura parece ter deixado algumas feridas que ainda não foram cicatrizadas. Max dá a entender que a mágoa criada pela separação ainda é latente. Ele não deixa claro o que realmente realmente aconteceu, mas afirma que as desavenças entre os integrantes e a mulher dele, Glória Cavalera, até então empresária da banda, começaram após a morte de seu enteado Dana, após sofrer um acidente de carro em 1996 e não resistir, aos 21 anos.

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Mas admite que depois da tragédia com Dana a “banda deveria ter dado um tempo para que as coisas esfriassem”, o que não aconteceu porque os outros músicos queriam continuar realizando shows “sem respeitar o luto do vocalista”. Cavalera não dispensa elogios a mulher. Segundo ele, o Sepultura só conseguiu chegar ao estrelato por causa dela. “Gloria deixou de empresariar outras bandas para se dedicar somente ao Sepultura e sem ela nunca teríamos chegado onde chegamos”.

Max também não poupa alfinetadas ao baixista Paulo Jr. –único integrante da formação inicial do Sepultura que ainda permanece na banda. Em certos momentos é chamado de “babaca” e considerado um músico que “não sabia tocar”. Outro nome que não escapou foi de Monika Bass Cavalera, ex-esposa de Iggor Cavalera e atual empresária do Sepultura, que é mencionada como “piranha”. “Quando a conheci, ela deu em cima de mim, mas não quis nada com ela. Algumas semanas depois, estava saindo com meu irmão”.

Em contrapartida, Andreas Kisser, atual guitarrista do Sepultura, sempre é citado de maneira carinhosa e nota-se que ainda existe respeito pelo ex-companheiro de banda. “Sempre nos demos bem, havia uma química muito grande quando tocávamos juntos”, ele conta.

 

 

Minha Opinião…

Olha, eu como poucos acompanhei a história do Sepultura, desde o início, quando muitos, mas muitos que depois de alguns anos iriam descobrir o fenômeno do Trash Metal que seria o Sepultura, ouvi pela primeira vez, em 1.991!

Já tive a oportunidade de vê-los ao vivo por três vezes, no Hollywood Rock (Morumbi) em 1994, depois no Clube Atlético Aramaçan (Sto André – ABC) em 1996, e depois no extinto Olympia (Lapa – SP) em 1997, era sócio do primeiro fã-clube deles, que ficava na Galeria do Rock em SP (centro), e na verdade, Andreas Kisser, Paulo Jr. e o seu irmão Igor Cavalera tinham uma espécie de inveja, quando a Glória, mulher de Max assumiu a banda (Empresária), e ai como ela tinha muita influência no meio artístico, levou o Sepultura a ser uma das maiores bandas de Trash do Mundo.

Estavam sempre em evidência, principalmente depois do lançamento do LP “Arise’ que foi um sucesso meteórico. Daí começaram a surgir rumores e desentendimentos na banda, pois os três alegavam que Glória só destacava Max, em revistas, jornais,entrevistas em rádios, coletivas de imprensa.

E ai foi o tal negóçio, ele ficou do lado dela, não admitia, tirar ela do cargo de manager e colocar outra pessoa, e em contra partida os outros não queriam mais ela como empresária, foi tudo problema de conflito de ego, mas pra mim, eu que sempre fui fã do Sepultura, a banda sinceramente acabou em 1998, quando Max Cavalera saiu.

 

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Capa do 1º Álbum de Max Cavalera com a nova banda após saída do Sepultura!!! (á esquerda)

Á direita: Glória (Esposa de Max, com quem teve dois filhos) Zyon e Igor.

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Max Cavalera e seus filhos a direita (Zyon e Igor)

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