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Centenário da Iluminação em Santa Bárbara d’Oeste

Redação 22 de maio de 2015 6 minutes read

Finalmente, em 3 de maio de 1915, inaugurou-se o serviço de energia elétrica em Santa Bárbara d´Oeste.

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Como era a iluminação em Santa Bárbara d’Oeste no idos de 1880? A iluminação noturna, ou em ambientes escuros, só era possível com a utilização de velas, tochas, candeias ou outros meios alimentados por óleo ou mesmo madeira.

 

E os espaços públicos? Somente em 1881, tem-se a primeira referência nas atas da Câmara Municipal de Santa Bárbara d´Oeste, de um pedido dos habitantes da cidade, oferecendo-se a colocar à própria custa os lampiões nas esquinas das ruas, devendo a câmara somente sustentar esse serviço, fornecendo querosene e funcionário.

 

Em novembro de 1881, a Câmara Municipal contrata José de Toledo e Silva Salles, por 10$000 mensais, para zelar, acender e apagar os lampiões das ruas. A Câmara também solicita que Joaquim Antônio construa uma escada a ser utilizada para acender os lampiões pagando por isso 3$000, e compra por 7$000 uma lata de querosene para os lampiões da iluminação pública.

 

Quem executava o serviço de iluminação da cidade era o acendedor de lampiões. A ata da Câmara Municipal de 3 de julho de 1887, estabelecia o contrato com esse funcionário público, que nessa época era Geraldo José Gomes.“1º Conservar em bom estado os lampiões. 2º Fornecer querosene, chaminés e torcidas para os mesmos e ascender as Aves Maria até às 12 horas, com exceção das noites de luar. 3º Receber o pagamento prestação trimensais. 4º Fica sujeito a pagar a multa 1:00 por cada lampião que estiver apagado por sem motivo justo.”

 

No final do século XIX, identifica-se nas atas da Câmara de Santa Bárbara e nos jornais da época, as primeiras discussões a respeito do fornecimento de energia elétrica para a cidade. Em 23 de fevereiro de 1895, os vereadores solicitam a vinda de um engenheiro para proceder um estudo sobre a iluminação elétrica na Vila. Em 24 de junho de 1900, o jornal O Barbarense publica uma matéria referindo-se à instalação da luz elétrica na cidade.

 

Na primeira década do século XX, encontra-se o registro de Carlos Matheus requerendo o privilégio do fornecimento da iluminação pública (Ata de 17 de julho de 1906). A comissão de obras públicas e finanças aprova em 6 de agosto de 1906, o pedido que é publicado em forma de Lei nº58. Não há referências sobre o porquê que o serviço de energia elétrica não foi implementado como previa a Lei de 1906, e ainda nesse período, a iluminação pública de Santa Bárbara era a querosene.

 

No ano de 1913, o Prefeito Municipal Peregrino de Oliveira Lino abre concorrência para o fornecimento de iluminação elétrica, pública, particular e energia elétrica para uso industrial na cidade. No mesmo ano o Prefeito Municipal Peregrino de Oliveira Lino promulga a Lei nº88 concedendo a Rawlinson Muller & Cia, o privilégio para o fornecimento de energia elétrica em todas as suas aplicações, e especificamente para os serviços de iluminação pública e particular, motores fixos e tração, no munícipio de Santa Bárbara pelo prazo de vinte anos. Dois anos depois, a cidade não tinha instalado o serviço de energia elétrica e o Prefeito José Gabriel de Oliveira promulga a Lei nº95, concedendo a Rawlinson Muller & Cia, um novo prazo para a execução do serviço.

 

Finalmente, em 3 de maio de 1915, inaugurou-se o serviço de energia elétrica. Nesse dia aconteceu uma programação festiva na cidade: Às 15h, aconteceu um jogo festivo de futebol entre o União Agrícola e o Club Arromba de Americana, e tendo como resultado final o placar de 0 a 0. Às 19h, a Banda União Barbarense acompanhou o Prefeito José Gabriel de Oliveira até o edifício, onde estavam instalados os transformadores, e ao som do Hino Nacional Brasileiro e uma bateria de 21 tiros, procedeu-se a ligação da chave geral. Às 21h, aconteceu um sarau dançante no teatro local.

 

Pesquisa temática:

 

No mês que Santa Bárbara d’ Oeste comemora 100 anos da instalação da energia elétrica no município a equipe do CEDOC fez um levantamento de fontes sobre esse assunto com o objetivo e aproximar o leitor de hoje à cidade naquela época. A pesquisa foi realizada no Banco de Dados do CEDOC e no site da Prefeitura Municipal de Santa Bárbara d’ Oeste onde há um banco de dados com leis e decretos municipais.

 

 

 

 

Centro de Documentação Histórica

 

O CEDOC é um espaço vivo de preservação da história, que atua na guarda, conservação e disponibilização do acervo da Fundação Romi e da Indústrias Romi – com destaque para o acervo do Romi-Isetta –, além de resgatar todo o passado histórico de Santa Bárbara d’Oeste e região. Além de um espaço expositivo vivaz e dinâmico, o Centro de Documentação Histórica recebe exposições e palestras, promove visitas monitoradas e técnicas, oficinas de capacitação e experimentação, educação patrimonial, pesquisa no acervo virtual e serviços de digitalização de imagem.

 

 

Fundação Romi

 

Criada em 1957, em Santa Bárbara d’Oeste, pelo casal Américo Emílio Romi e Olímpia Gelli Romi, a Fundação Romi tem como missão promover o desenvolvimento social e humano por meio da educação e cultura. Pioneira na promoção da comunidade regional e na realização de ações sociais, atende mais de 37 mil pessoas por ano por meio de seus quatro grandes eixos: o Centro de Documentação Histórica (CEDOC), o Centro de Vivências do Desenvolvimento Infantil (CEDIN), o Núcleo de Educação Integrada (NEI) e a Estação Cultural (EC). Tendo como apoiadora as Indústrias Romi S.A., instituições governamentais, não governamentais e a inicia privada, a Fundação Romi objetiva, continuamente, atingir números mais expressivos por meio de suas áreas de atuação, seus programas e seus projetos.

 

A Fundação Romi está localizada na Avenida Monte Castelo, 1095, Jd. Primavera, em Santa Bárbara d´Oeste. (19) 3499-1555.

 

 

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