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CEI dos Transportes pede mais notas fiscais à SERTRAN


Após nova reunião na tarde de hoje (4), da Comissão Especial de Inquérito (CEI) dos Transportes, fez nova solicitação de documentos à Sertran – Sertãozinho Transportes, empresa responsável pelo transporte público no Município. Dessa vez, a comissão solicitou as três primeiras notas fiscais emitidas pela concessionária, assim que assumiu o transporte público no Município, logo após o fim da intervenção na VIBA (Viação Barbarense). O objetivo é comparar os valores dessas notas ao valor cobrado pelas linhas especiais A, B e C.

A CEI dos Transportes apura possíveis irregularidades no processo de intervenção do transporte público no Município, durante o período em que a VIBA era contratada para o serviço, e na gestão do contrato do Executivo com a empresa Sertran.

 

Essa comissão já ouviu o coordenador de Transportes do Município, José Vladeir Truzzi; o ex-gerente da VIBA, Renato Antonio Soares; o secretário municipal de Governo, Rodrigo Maiello; a ex-secretária de Fazenda, Maria Aparecida Vicentin; e a atual secretária municipal de Fazenda, Raquel Campagnol. Na próxima semana, deve prestar depoimento o advogado da Sertran, Paulo Vicente Medina.

 

A CEI dos Transportes é composta pelo presidente Wilson da Engenheria (PSDB), pelo relator Emerson Luis Grippe – Bebeto (SD), e pelos membros Alex Braga – Alex Backer (PV), Antonio Carlos Ribeiro – Carlão Motorista (PDT) e Carlos Fontes (PSD).O prazo para investigação da CEI, aprovada no dia 25 de novembro de 2014, conforme previsto no Regimento Interno da Câmara, é de 90 dias, podendo ser prorrogado por igual período, o que de fato ocorreu por meio da aprovação do Requerimento nº 256/2015, no último dia 3 de março.

 

Como o próprio nome indica, uma CEI é uma comissão do Poder Legislativo, que faz investigação sobre fatos determinados e que, ao final, é resumida num inquérito. Apesar de contar com poder de investigação próprio das autoridades judiciais, com a possibilidade de requisitar documentos e intimar testemunhas, a CEI não julga as pessoas: ela investiga fatos e, ao final, encaminha um relatório para as autoridades competentes.

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Dennis Moraes