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Caso Edilene: Justiça condena autor a 25 anos de prisão

Redação 31 de março de 2017 2 minutes read

Foto: Rafael Rezende

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José Cláudio Furlan, acusado de assassinar e depois jogar o copo da professora Edilene Terezinha Baruque no rio Piracicaba em fevereiro de 2009, foi condenado a 25 anos e 11 meses de prisão, no inicio da noite desta quinta-feira (30), ele era réu confesso do crime. O júri aconteceu no Fórum de Santa Bárbara d’Oeste.

O corpo de Edilene ficou desaparecido por seis dias, até ser localizado dentro do Rio Piracicaba. O corpo estava com um saco de areia amarrado ao pescoço além de cortes e perfurações na barriga da vítima. Furlan confessou que cometeu o crime e contou em detalhes toda a barbárie que chocou a cidade na época.

O júri popular contou com pelo menos dez pessoas como testemunhas, uma das pessoas que depôs foi a filha da vítima, que à época tinha 9 anos e atualmente tem 17 anos. Por volta das 12h o réu iniciou seu depoimento. À tarde aconteceram as alegações de acusação e defesa.

Segundo informações do Fórum a promotora do caso Luciana Guimarães começou a apresentar a acusação por volta de 14h30. O julgamento começou às 18h30, e a sentença foi lida por volta das 19h.

O réu, que já teve relacionamento amoroso com a vítima, foi acusado de homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver e furto do veículo da professora. Ele ficou preso por cinco anos entre 2010 e 2015, desde quando passou a responder em liberdade.

Edilene era de uma tradicional família da cidade. Após a sentença, familiares do acusado e da vítima se desentenderam, houve bate-boca, xingamentos e troca de ofensas, por pouco não houve agressões físicas. Familiares de Edilene se emocionaram e soltaram fogos em comemoração a sentença e gritavam a todo o momento a palavra “justiça”.

A Polícia Civil ainda prendeu outros dois suspeitos pelo crime na época: a dona de casa Camila Moraes de Camargo, que está em liberdade e mulher do produtor rural e Marcelo Simão Alves, funcionário de Furlan, condenado em 2012 a 19 anos de prisão.

Reportagem: Rafael Rezende

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