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Carreata #ForaDoria atrai milhares de manifestantes nas ruas de São Paulo

Foto: Roberto Parizotti/FotosPublicas

Vários manifestantes saíram as ruas de São Paulo ontem (11) para pedir o impeachment do Governador João Doria (PSDB). Além de Doria, os alvos também foram a Rede Globo, a TV Bandeirantes e também a China. O protesto foi combinado por grupos de pessoas no whatsapp que são contra as medidas de João Doria na quarentena, onde beneficia os grandes e prejudica os pequenos, além de rastrear pessoas através das operadores de celulares, uma medida considerada de um ditador por vários manifestantes.

 

Muitos buzinavam e bandeiras do Brasil apareciam por toda a parte. Caminhoneiros estacionaram seus veículos junto à Assembleia Legislativa e um coro de “fora Doria” foi puxado.

Movimento #ForaDoriaForaDenisAndia acontece amanhã (13) em frente o Parque dos Ipês.

A manifestação atraiu muitas pessoas e marca o descontentamento com o Governador João Doria. Atos devem ser marcados em cidades do interior paulista para criticar a postura de prefeitos que vem compartilhando da mesma opinião de João Doria. A cidade de Santa Bárbara d´Oeste já tem um ato marcado contra o Governador e o Prefeito Denis Eduardo Andia(PV).

 

Essas manifestações estão sendo lideradas por comerciantes que acreditam estarem sendo prejudicados não pela quarentena, mais sim pelos decretos oportunistas que o Governador de São Paulo João Doria estabeleceu em todo o estado. Os prefeitos que estão alienados aos decretos, automaticamente serão alvos dos manifestantes que na maioria são comerciantes que estão se prejudicando demais com a quarentena e a extensão do prazo que deve se encerrar no dia 22 de abril. Os manifestantes pedem a volta do comércio em todo o estado para que o país não quebrem já que o Estado de São Paulo é a maior economia do nosso país.

EUA têm maior número de mortes por covid-19 no mundo: mais de 20 mil

Os Estados Unidos superaram a Itália como o país com o maior número de mortes por coronavírus, registrando mais de 20 mil óbitos desde o início do surto, segundo contagem da agência de notícias Reuters.

O marco sombrio foi alcançado em meio às ponderações do presidente Donald Trump sobre quando o país, que anotou mais de meio milhão de infecções, pode começar a ver um retorno à normalidade.

Os Estados Unidos registraram o maior número de mortos até o momento na epidemia, com cerca de 2 mil mortes diárias nos últimos quatro dias seguidos, com grande parte delas ocorrendo na cidade de Nova York e seus arredores.

Mesmo este número é visto como possivelmente menor que a realidade, já que Nova York ainda está descobrindo a melhor maneira de incluir um aumento ocorrido nas mortes em casa em suas estatísticas oficiais.

Especialistas em saúde pública alertaram que o número de mortos nos EUA poderá subir para 200 mil durante o verão se os pedidos sem precedentes para ficar em casa, que fecharam negócios e mantiveram a maioria dos norte-americanos em isolamento, forem suspensos depois de 30 dias.

A maioria das restrições atuais à vida pública, no entanto, incluindo fechamento de escolas e ordens de emergência que mantêm trabalhadores não essenciais confinados em suas casas, decorre de ordens de governadores e não do presidente.

 

Dennis Moraes

Com informações da Agência Brasil

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