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Caridade: a Ideologia Divina do espírito de Justiça

Dennis Moraes 12 de fevereiro de 2025 7 minutes read
Paiva Netto

Paiva Netto

Por Paiva Netto

Meditando sobre o imenso valor da Caridade, ressalto que não basta dar o pão material, que, depois, pelo corpo é lançado fora… Necessário se faz também atender às carências do Espírito, de maneira que ele, ou ela, mesmo quando reencarnado(a), descubra as extraordinárias qualidades que traz dentro de si próprio, ou de si própria, como Templo do Deus Vivo que é. Assim, aprenderá a empregá-las com pleno conhecimento das Leis Divinas. E saberá livrar-se dos enganos, cuja origem — para os que têm “olhos de ver e ouvidos de ouvir” — se encontra no campo espiritual. Espírito enfermo, matéria enferma. Mente perturbada, corpo afetado. A solução é psicossomática. Pensamento é força realmente. Escreveu Adelaide Coutinho (1905-1975 aprox.), pela psicografia do médium Francisco Cândido Xavier (1910-2002):

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“Se não lapidarmos o coração, sobrevém para nós a tormenta. São os votos malcumpridos, as promessas olvidadas, as tarefas ao abandono, os compromissos relegados ao esquecimento e a ânsia doentia de colher sem plantar e auferir lucros sem esforços, na grande jornada [da matéria] em que juntos de nossos amigos e adversários, tanto poderíamos realizar em nosso próprio proveito!”

E Emmanuel (Espírito) nos traz este alertamento: “O desânimo absorve-te o coração? Lembra-te de que o tédio é um insulto à fraternidade humana, porque a dor e a necessidade, a tristeza e a doença, a pobreza e a morte não se acham longe de ti”.

Eis por que a Legião da Boa Vontade não cuida somente do corpo, mas também do Espírito. De outra forma, há sempre o perigo de se promover a vagabundagem, coisa que absolutamente não fazemos. Como dizia o abade, poeta e tradutor francês Jacques Delille (1738-1813), “a Caridade que se faz por meio de esmola é uma forma de conservar a miséria”.

Que ninguém, todavia, se furte ao dever de ajudar. Amanhã poderá situar-se entre os suplicantes, necessitado urgente da esmola do que passa…

“Hodie mihi, cras tibi. (Hoje, eu; amanhã, você.)

Alimente-se, pois, o corpo combalido, mas que se lhe salve a Alma com o Evangelho e o Apocalipse de Jesus, em Espírito e Verdade, à luz do Seu Novo Mandamento. Dessa forma é que o ser humano — conhecendo e vivendo as Leis de Deus, livre de sectarismos e fanatismos que tanto têm prejudicado as religiões no mundo — descobrirá que pode libertar-se da miséria, justamente por ser o Templo do Deus Vivo, como anotou o Apóstolo Paulo. Descoberta a riqueza interior, a exterior, mais dia, menos dia, surgirá. Analisando o trabalho de grandes pensadores, escreveu Henry Thomas (1886-1970) a respeito do filósofo e físico judeu-árabe Maimônides (1135-1204), conhecido como o Aristóteles da Idade Média:

“[Maimônides] é especialmente famoso pelos seus Oito Degraus de Ouro da Caridade. Neste ensaio, expõe que há uma diferença entre dar e dar. Podeis dar com a mão, o pensamento e o coração. O primeiro e mais baixo degrau na escala da Caridade é dar com relutância. O segundo é dar insuficientemente. O terceiro é dar somente quando se é solicitado. E assim por diante, até chegarmos ao oitavo degrau. Este é impedir a pobreza para evitar a necessidade da Caridade. Este, conclui ele, é o mais alto degrau e o cume da escada de ouro da Caridade”.

Entretanto, não se deve restringir a Caridade ao louvável serviço da assistência material. Caridade é muito mais. Dirige-se ao Espírito do ser humano. Ainda que os governos do mundo resolvessem toda a problemática social de seus povos, a Caridade seria necessária. Ela é, como prega a Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, Amor. E “Deus é Amor” (Primeira Epístola de João, 4:16). Ninguém vive sem Ele, nem mesmo os Irmãos ateus…

 

Caridade — Dom Supremo

Caridade é um dom supremo no qual o Espírito se vai integrando, até que alcance a compreensão do Apóstolo Paulo na sua famosa página, constante da Primeira Epístola aos Coríntios, 13:1 a 13, e cuja versão foi transcrita na Antologia da Boa Vontade (1955):

 

A Caridade

Eu podia falar todas as línguas

Dos homens e dos anjos.

Logo que não tivesse Caridade,

Já não passava de um metal que tine,

De um sino vão que soa!

 

Podia ter o dom da profecia,

Saber o mais possível,

Ter Fé capaz de transportar montanhas.

Logo que eu não tivesse Caridade,

Já não valia nada!

 

Eu podia gastar toda a fortuna

A bem dos miseráveis,

Deixar que me arrojassem vivo às chamas.

Logo que eu não tivesse Caridade,

De nada me servia!

 

A Caridade é dócil, é benévola;

Nunca foi invejosa;

Nunca procede temerariamente;

Nunca se ensoberbece.

 

Não é ambiciosa;

Não trabalha em seu proveito próprio;

Não se irrita;

Nunca suspeita mal!

Nunca folgou de ver uma injustiça;

Folga com a Verdade!

 

Tolera tudo! Tudo crê e espera!

Em suma, tudo sofre!

 

A Caridade jamais acaba;

Mas, havendo profecias, desaparecerão;

Havendo línguas, cessarão;

Havendo ciência, passará;

Porque em parte conhecemos,

E em parte profetizamos.

 

Quando, porém,

Vier o que é perfeito,

Então, o que é em parte será aniquilado.

 

Quando eu era menino,

Falava como menino,

Sentia como menino,

Pensava como menino;

Quando cheguei a ser homem,

Desisti das cousas próprias de menino.

 

Porque agora vemos como em espelho,

Obscuramente,

Então, veremos face a face;

Agora, conheço em parte,

Então, conhecerei como também sou conhecido.

 

Agora, pois, permanecem a Fé,

A Esperança e a Caridade.

Destas três, porém, a maior é a Caridade.

(Os destaques são meus.)

 

Caridade é Amor

Alguns tradutores da Bíblia preferem a palavra Amor em vez de Caridade. Ora, Caridade é sinônimo de Amor…

Então, como poderia Paulo ser a favor da Fé, mas contra a Caridade? Àqueles que, geralmente bem-nutridos, exaltam a Fé e menosprezam as Boas Obras, esta fraterna advertência: barrigas vazias nem sempre estão dispostas a ouvir. Mormente agora, neste final de ciclo apocalíptico, quando a incorruptível Justiça de Deus dará, como revelou Jesus, em Sua Boa Nova, consoante Mateus, 16:27, “a cada um de acordo com as suas próprias obras”, e não segundo a Fé somente.

 

Caridade Material e Caridade Espiritual

Diante do texto do Apóstolo dos Gentios, abre-se nossa compreensão para entender este ensinamento da Proclamação da Boa Vontade de Deus, de autoria do fundador da Legião da Boa Vontade, Alziro Zarur (1914-1979): “A Caridade Material é sempre louvável, e só depende da Boa Vontade dos que podem ajudar. Mas a Caridade Espiritual é mais importante. Disse o Apóstolo Paulo: ’Eu poderia dar uma fortuna aos pobres e não fazer Caridade’. A Caridade Material só é completa quando acompanhada de Caridade Espiritual: é preciso esclarecer os que sofrem, para que saibam por que sofrem. O contrário é estimular a mendicância e a ociosidade dos ignorantes espirituais”.

Grande também o ensinamento destas palavras da sabedoria milenar: “Melhor que dar o peixe é ensinar o homem a pescar”.

Mas isso não significa que, a pretexto de ensinar, deixe-se criminosamente o necessitado sem qualquer amparo. É dever cristão e humanitário socorrer o carente. Em meu artigo “Portugal é uma Paixão”, que publiquei em 1993, afirmo que ser cristão não é carregar um rótulo, muitas vezes hereditário, todavia um estado natural de civilidade, uma forma quintessenciada de bem-querer.

 

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com

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Dennis Moraes

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Jornalista, Hoster do Iron Podcast e CEO do Grupo Dennis Moraes de Comunicação

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