Skip to content
Primary Menu
  • Brasileirão 2026
  • Formula E
  • Santa Bárbara d´Oeste
  • Feiras Livres
  • Brasil / Mundo
  • Região
  • Política
  • Social
  • Musa 24 Horas
  • Auto Motor
  • Saúde
  • Opinião
  • Dennis Moraes
  • Iron Podcast
  • TV24HORAS
Light/Dark Button
  • SAIBA MAIS
SB24HORAS

SB24HORAS

Notícias na hora certa!

Brasil é o quarto país mais violento para atuar como jornalista – por Marcia Ramazzini

Redação 18 de novembro de 2015 4 minutes read
  • CLIQUE E SAIBA MAIS

Foto: ilustrativa

  • SAFE GREEN - CERTIFICADO DIGITAL

A cada cinco dias um jornalista morre no mundo pelo simples fato de estar exercendo a sua profissão. Diferentemente do que se imagina, países em conflitos apesar da difícil atuação, não são os mais perigosos para a profissão. O Brasil não possuí indicadores próprios, porém, registrou um aumento significativo nos últimos anos.

 

Exemplo disso é que em 2010 o nosso país ocupava o 18º lugar neste ranking. Hoje estamos em 4º lugar, ficando atrás somente da Síria, Somália e Paquistão. Em pleno século XXI, jornalistas estão pagando por defenderem direitos fundamentais – o direito de informação e liberdade de expressão.

 

Segundo a diretora da Unesco, Irina Bokova, 90% das mortes ficam impunes, ou seja, apenas um em cada 10 casos é elucidado. Os indicadores ainda apontam que a maioria das mortes é por armas de fogo. A maior incidência é registrada em municípios de baixo número populacional geralmente devido a histórias locais. As mortes são um aviso para que assuntos que estão sendo investigados ou divulgados pela mídia parem de ser abordados.

 

O Comitê de Proteção a Jornalistas (CPJ) revelou indicadores do Brasil de 1992 até 2014 por setores de atuação. Os números são assustadores. Do total de mortes dos profissionais de imprensa, 62% foram devido a corrupção, 46% relativos a crimes, 31% por causa da política, 15% por direitos humanos, 4% por causa de negócios, 4% por esportes e, em alguns casos, as categorias foram somadas. Desses profissionais, 46% atuavam no impresso, 38% no rádio, 19% na TV e 15% na internet.

 

Diversas instituições como Jornalistas sem Fronteiras, International Press Institute, Press Emblem Campaign possuem outros indicadores, porém com critérios de avaliação diferentes. Graças a estes organismos e registros internacionais, essa grave situação já foi discutida pela ONU (Organização das Nações Unidas) e segundo o secretários, Ban Kii Moon, é necessária a criação de um ambiente livre e seguro, que fortaleça a paz, democracia e desenvolvimento do mundo inteiro.

 

A ONU, inclusive, criou um Plano de Ação para a Segurança de Jornalistas e Questão de Impunidade cujo objetivo é simples: “assegurar que todo jornalista possa exercer seu trabalho com segurança”. Assim, a Organização pressiona para que seus países membros, hajam com mais rigor, criem leis mais severas, diminuindo estes índices e minimizando a impunidade.

 

A situação é muito grave, pois, vai além dos ataques físicos. Muitos jornalistas estão presos e são ameaçados e, além disso, o índice de crimes sexuais aumentou muito. Os jornalistas também sofrem riscos cibernéticos, com invasões de notebooks e celulares.

 

Com este cenário de insegurança está havendo a aceleração de uma tendência mundial, o aumento de jornalistas freelance, profissionais sem vínculos empregatícios. Ser um profissional autônomo nem sempre é a melhor opção, porém, muitas vezes é a única.

 

Com tantos riscos e problemas na profissão, levantamos a seguinte a questão. Será que estes profissionais estão psicologicamente preparados?

 

Enfim, cabe a nós, sociedade, cobrar de nossos governantes uma legislação mais severa para minimizar a impunidade para interromper este terrível ciclo de violência, preservar a vida destes profissionais e não termos nossos direitos de acesso a informação cerceados nos levando ao retrocesso. Vivemos em democracia! Cada jornalista que morre é um dia sem notícia!

 

Marcia Ramazzini é engenheira civil pela PUC Campinas, engenheira em segurança do trabalho e meio ambiente pela Unicamp e mestranda em Saúde Ocupacional também pela Unicamp. Tem especializações em Riscos Industriais e Construção Civil pela OSHA (Occupational Safety Health Administration), Ministério do Trabalho dos Estados Unidos. Marcia é diretora da Ramazzini Engenharia e tem 20 anos de experiência de mercado.

 

About the Author

Redação

Administrator

View All Posts

Post navigation

Previous: Capivari: Tiro de Guerra arrecada alimentos e produtos de limpeza para doação
Next: Oficina “Encanta Conto” realiza apresentação final no CEU de S. Bárbara
  • CLIQUE NA IMAGEM
  • Quem Somos
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Expediente

Tags

#SantaBárbaraD'Oeste Americana Bebel Brasil campanha Crianças cultura Câmara Municipal DAE Dengue Dennis Moraes desenvolve sbo Economia educação emprego fiscalização informações inscrições LBV Nova Odessa Obras opinião PAT piracicaba prefeitura prevenção Rafael Piovezan santa barbara doeste SantaBarbaraDOeste Santa Bárbara Santa Bárbara d´Oeste saúde saúde pública SaúdePública SB24Horas SBO sbocity solidariedade Sustentabilidade Suzano Tivoli Shopping TivoliShopping Vacinação vagas Vereadores
  • APOSERV SERVIÇOS PREVIDENCIÁRIOS
  • APOSERV SERVIÇOS PREVIDENCIÁRIOS
  • APOSERV SERVIÇOS PREVIDENCIÁRIOS

Desenvolvido por Dennis Moraes - Portal SB24HORAS

Menu
  • Quem Somos
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Expediente