Através do programa “Quero parar”, grupo médico da B2 Saúde/Carelink faz trabalho de prevenção e tratamento do vício nas empresas clientes

Doenças causadas pelo tabagismo matam mais de 200 mil brasileiros ao ano, diz Organização Mundial da Saúde        

 

O dia Nacional de Combate ao Fumo, 29 de agosto, é lembrado aqui no Brasil com objetivo de conscientizar a população sobre os malefícios do tabagismo, métodos preventivos e tratamento do vício. Porém, as últimas pesquisas realizadas pela Organização Mundial da Saúde, OMS, apontam que mais de 200 mil brasileiros morrem ao ano vitimas de doenças decorrentes da ingestão de nicotina e outras substâncias potencialmente cancerígenas presentes no cigarro.

A OMS indica o tabagismo como a principal causa de morte evitável no mundo e revela que um terço da população mundial adulta (aproximadamente 1 bilhão e 200 milhões de pessoas) é fumante. A mesma pesquisa conclui que aproximadamente 47% de toda a população masculina mundial e 12% da feminina fumam.

Conscientização nas empresas

No Brasil diversas corporações passaram a investir em grupos de prevenção e libertação do vício, organizados por agências especializadas no assunto. Um exemplo desse novo cenário é a Carelink, empresa do Grupo B2 Saúde, que através do Programa “Quero Parar” acompanha todas as fases do tratamento individual do vício, assegurando a saúde do funcionário e o equilíbrio econômico da instituição. Até o momento, 34 beneficiários do programa pararam de fumar há mais de um ano.

“A equipe multidisciplinar do Quero Parar, composta por médicos, psicólogos e nutricionistas, está disponível 24 horas por dia. Nós atendemos as necessidades específicas de cada participante por meio de consultas periódicas, controle de recaídas, materiais didáticos e palestras motivacionais. O objetivo é garantir ao beneficiário um estilo de vida mais saudável e feliz”, explica a doutora especializada em doenças crônicas e coordenadora do Carelink, Valéria Oliveira.

 

Eles pararam

André Henrique Covallero, Gerente de Projetos de uma multinacional de tecnologia da informação de Hortolândia, integrante do grupo Quero Parar gerenciado pela Carelink, não fuma há mais de um ano. Ele assume que há algum tempo sentiu vergonha da sua aparência, cheiro, e que não suportava mais a ideia de estar “queimando dinheiro”. Foi então que procurou ajuda na empresa e foi atendido: a empresa acionou a Carelink, que logo indicou o tratamento adequado. “A equipe médica é atenciosa e jamais desistiu de mim, mesmo nos momentos de recaída. Ainda hoje, numa etapa estável do tratamento, me ligam constantemente para saber dos meus sentimentos, hábitos alimentares e qualidade de vida”, comenta.

André lembra que largar o cigarro foi uma conquista não só dele, mas também da empresa. “Quando frequentava o “fumódromo” da empresa, várias vezes durante o horário de trabalho, perdia mais de 10 minutos tragando e conversando com colegas também viciados. Hoje, mais disposto e concentrado, além de poupar minha saúde também produzo mais”, conclui.

Marilene Raposo, aposentada desta mesma empresa com 65 anos, conta que a iniciativa de parar de fumar veio depois do maior susto da sua vida: uma artroscopia no ombro. Na época, abril deste ano, o médico foi enfático ao afirmar ser impossível a cirurgia, creditando a impossibilidade à presença de substâncias tóxicas no corpo da paciente, provenientes do cigarro. Foi então que Marilene começou a levar o vício a sério e conheceu a Carelink.

Hoje, orgulhosa dos cinco meses longe da nicotina, a dona de casa fala da transformação que sua vida passou. “Hoje eu subo as escadas sem me cansar, não tenho mais aquela tossezinha chata, e estou bem mais disposta. Os profissionais da Carelink mudaram meus hábitos com dicas, conselhos e até broncas. A cada vez que me ligam passamos horas conversando, e isso me faz bem”, completa.

 

Comentários

Notícias relacionadas