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Atenção: pontos de recarga de veículos eletrificados em condomínios exigem cuidados

Dennis Moraes 29 de setembro de 2025 6 minutes read
carro elétrico

Foto: Reprodução - Internet

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Síndicos e moradores precisam observar três pilares para a instalação dos carregadores: segurança, gestão de energia, além de regras claras de uso e cobrança

 

O Brasil avança a passos largos na presença de veículos eletrificados integrados à frota do país. Em agosto de 2025, por exemplo, foi registrado um novo marco: a comercialização de mais de 20 mil unidades, um crescimento de 6,3% em relação às vendas do mês de julho, segundo balanço mensal da Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE). Esse cenário também reflete um aumento dos pontos de recarga de bateria de veículos eletrificados, que apresentou crescimento de 59% entre agosto de 2024 e setembro de 2025, ainda segundo relatório da ABVE, o que representa um ponto de recarga para cada 18 veículos, já que o Brasil possui uma frota de mais de 302 mil veículos eletrificados.

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Diante dessa nova realidade, é essencial que esses pontos de recarga sejam utilizados com cuidado e responsabilidade, desde a escolha dos equipamentos, características da edificação onde serão instalados, aos cuidados no dia a dia, manutenção e sinais de atenção.

O gerente de engenharia da SolaX Power, Marcelo Niendicker, explica que, em condomínios, síndicos e moradores precisam observar três pilares para a instalação dos carregadores: segurança, gestão de energia, além de regras claras de uso e cobrança.

Para todos os tipos de edificações, é preciso estar atento para fatores como a instalação do carregador dedicado (wallbox) no lugar de tomada comum, ou seja, não se deve utilizar extensões ou ‘adaptadores mágicos’. “Também é preciso que cada ponto possua um circuito próprio e um sistema que limita a potência total, bem como a medição por kWh e relatório mensal, que pode ser realizada por meio de medidor no ponto ou aplicativo do sistema”, explica o engenheiro.

Outros pontos de alerta referem-se ao modelo de estação de carga aprovado, a identificação dos pontos, existência de botão de emergência próximo e a sinalização, além de um projeto e execução por uma empresa ou engenheiro habilitado com responsabilidade técnica.

“Para qualquer prédio, é essencial que os carregadores sejam instalados em garagem coberta, ventilada, sem obstruir saídas; estação de carga em parede ou coluna com proteção, esteja sinalizado, possua desligamento de emergência acessível e distante de combustíveis”, pontua o engenheiro.

Prédios novos

No caso de instalação dos carregadores em prédios que estão sendo construídos, é fundamental prever a passagem de cabos até as vagas, quadros elétricos nos subsolos com folga para expansão para disjuntores e medidores. “Ademais, é necessário que a garagem possua ventilação e sinalização já previstas no projeto e internet disponível para o sistema de gestão. Oriento ainda que o edifício inicie com algumas vagas operando e deixe infraestrutura pronta para ligar as demais sem a necessidade de grandes novas obras”, orienta Niendicker.

Prédios antigos

O engenheiro ressalta que é preciso começar com um diagnóstico elétrico, a avaliação da capacidade do quadro, rotas de cabos e, na sequência, a implantação de um piloto com poucos pontos compartilhados e controle de carga, ajustando as regras com base no uso real. “Quando houver a expansão, é importante padronizar o equipamento e instalação por vaga, mantendo a chave de emergência e sinalização, além de adequar a ventilação e detecção conforme orientações do Corpo de Bombeiros”, alerta.

O dia a dia

A rotina de uso dos carregadores também exige cuidados. Para os usuários, é essencial utilizar apenas a estação de carga do prédio, sendo proibido tomada comum, extensão ou adaptador. É importante ainda a identificação no app ou cartão para que cada usuário pague apenas o que usar. “Depois que encerrar a carga, é preciso retirar o plugue, guardar o cabo no suporte e liberar a vaga”, explica.

Muito importante que tanto usuários como a gestão do condomínio se atentem aos sinais de alerta, os quais, caso ocorram, é imprescindível parar de usar o carregador: cheiro de queimado, estalos ou luz vermelha persistente, cabo ou conector muito quentes, escurecidos ou danificados, disjuntor desarmando repetidas vezes, umidade ou infiltração no ponto, bem como falhas recorrentes no app ou carga que não inicia ou que para sozinha. “Diante de alguma dessas situações, é fundamental que seja interrompida a carga, isolar e sinalizar o ponto, registrar e acionar a manutenção e não religar até a liberação formal”, alerta o engenheiro.

Escolha dos equipamentos

Niendicker orienta que há cinco pontos essenciais para serem incluídos na especificação e no pedido aos fornecedores:

– É preciso exigir a conformidade dos equipamentos com as normas técnicas brasileiras (ABNT NBR 17019 e ABNT NBR IEC 61851);

– Observar o conector, que deve atender ao padrão do mercado brasileiro (IEC 62196 – Tipo 2 – para CA e CCS2 para CC). Esses conectores garantem compatibilidade com a maioria dos veículos comercializados no país e facilitam padronizar a infraestrutura do condomínio;

– Solicitar suporte a OCPP 1.6J (mínimo) e, se possível, OCPP 2.0.1. “Isso permite integrar o carregador a diferentes plataformas de gestão, fazer smart charging (o controle dinâmico de potência) e atualizar firmware sem trocar de fornecedor”, explica.

– Exigir IP54+ no gabinete, pois isso protege contra poeira e respingos, adequado para garagens cobertas e ambientes sujeitos a umidade. Quanto maior o IP, melhor a resistência ambiental — útil especialmente em áreas semiabertas;

– Para ratear custos com segurança jurídica, utilize medição com classe de exatidão 1%, seguindo NBR 14519/RTM Inmetro. “Pode ser medidor embutido no carregador ou externo no quadro: o importante é registrar kWh por usuário com precisão e relatórios auditáveis”, explica.

Manutenção

Mensalmente: é essencial passar um pano seco no wallbox, no cabo de suporte, além de conferir o botão de emergência e a sinalização.

Trimestralmente: testar o disjuntor com profissional, revisar relatórios do sistema e atualizar firmware, caso seja indicado.

Anualmente: realizar a revisão elétrica por uma empresa habilitada, verificar a ventilação e proteções físicas (defensas e bollards).

Sobre a SolaX Power – Fundada em 2012, a SolaX Power é consolidada como uma das principais fornecedoras globais de soluções solares e de armazenamento. Sendo uma empresa de capital aberto na Bolsa de Valores de Xangai e uma das fabricantes pioneiras de inversores híbridos na Ásia, a SolaX Power caminha hoje para a sua quinta geração de inversores híbridos. Com mais de 3.000 funcionários em todo o mundo, 100 patentes globais e mais de 1.100 certificações de mercado, a empresa reforça sua posição como líder no setor.

(Os comentários são de responsabilidade do autor, e não correspondem à opinião do SB24Horas)

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Tags: ABVE CarregadorWallbox CarregamentoEV condomínios GestaoDeEnergia InfraestruturaEV MobilidadeElétrica RecargaEV SegurancaEletrica SolaXPower VeículosElétricos

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