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Acompanhamento médico e nutricional contribuiu para a queda na anemia de crianças de até 5 anos no Brasil

Redação 13 de dezembro de 2021 4 minutes read

Pesquisa recente apresenta resultados favoráveis para melhoria da saúde infantil nas regiões brasileiras e propõe ações na saúde pública

Uma pesquisa do Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil – Enani-2019, divulgada pela Agência Brasil, em outubro de 2021, mostra que a taxa de anemia das crianças brasileiras entre 6 meses a 5 anos de idade sofreu queda de 20,9% para 10,1% entre o período de 2006 e 2019 – exceto na região Norte, que sofreu uma elevação de 10,4% em 2006 para 17% em 2019. Conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), o percentual de 10,1% considera a anemia como um problema de saúde pública leve, sendo descaracterizado somente abaixo de 5%.

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O estudo revelou que a deficiência de vitamina A nessas crianças encontra-se na prevalência de 6%, bem abaixo dos 17,4% em relação aos registros do ano de 2006, resultado considerado um problema de saúde pública leve, porém desigual nas regiões brasileiras: Centro-Oeste (9,5%), Sul (8,9%) e Norte (8,3%). Essas diferenças propõem ações na esfera da saúde pública para os grupos mais vulneráveis. Pela primeira vez, outros micronutrientes foram avaliados nacionalmente, como a vitamina B12, registrando  prevalência da falta de 28,5% na região Norte.

Gilberto Kac, doutor em saúde pública pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), pós-doutor pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, e coordenador nacional do Enani-2019, concluiu que a ausência da vitamina B12 está relacionada às desigualdades socioeconômicas e à insegurança alimentar, cada vez mais presente no Brasil. “As fontes de vitamina B12 são exclusivamente alimentos de origem animal, principalmente carne bovina, suína, fígado, vísceras e peixes. A dificuldade de acesso a esses alimentos pode estar relacionada à alta prevalência de deficiência de vitamina B12 nessa faixa etária”, diz Gilberto, em texto divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

A pesquisa coletou 8,8 mil amostras de sangue do grupo etário acima em 12,5 mil domicílios; também realizou entrevistas com as famílias e, além das carências já descritas, foram registradas as deficiências de vitamina D e zinco. Gisele Bortolini, coordenadora-geral de alimentação e nutrição do Ministério da Saúde, afirmou que “a prioridade, do ponto de vista de política pública, é a alimentação saudável das crianças. Esse é o objetivo. No entanto, enquanto persistirem as carências, temos os programas de suplementação”.

Várias doenças se manifestam quando a alimentação não é adequada, e um exemplo é a anemia, causada por diversos fatores, como:

  • anemia ferropriva: falta de ferro no organismo;
  • anemia megaloblástica: glóbulos vermelhos têm tamanho anormal;
  • anemia perniciosa: o corpo não consegue processar a vitamina B12;
  • anemia hemolítica: o organismo produz anticorpos que destroem os glóbulos vermelhos;
  • anemia falciforme: de causa genética, os glóbulos vermelhos têm formato anormal;
  • anemia aplástica: doença autoimune que diminui a produção de glóbulos vermelhos;
  • anemia de fanconi: genética, altera o tamanho dos glóbulos vermelhos.

Cuidar da saúde requer acompanhamento médico e nutricional periódico, com exames e orientação alimentar, inclusão de alimentos ricos em ferro, além de carnes e folhas de cor verde-escura – couve, chicória, mostarda, rúcula e agrião. Em alguns casos, o especialista suplementa com arginina, aminoácido importante para várias funções do organismo, como efeito na cicatrização, aumento da atividade do sistema imune e eliminação de toxinas do corpo, auxílio no desempenho muscular no aumento e ganho de massa magra, redução de fadiga e ainda de anemia falciforme, que é um atenuante para a  dor aguda. Portanto, cuidar da saúde é um compromisso de todos, independentemente da idade e das condições socioeconômicas.

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