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Levantamento da Futura Inteligência mostra empate técnico entre o presidente e o senador no primeiro e no segundo turno, enquanto Lula mantém vantagem sobre os demais adversários testados
Se as eleições presidenciais fossem hoje, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) estariam tecnicamente empatados, considerando a margem de erro nos dois turnos da disputa presidencial. O levantamento da Futura Inteligência, instituto de pesquisa da Apex Partners, ouviu 2.000 mil eleitores entre 07 e 11 de julho.
No principal cenário estimulado para o primeiro turno, o presidente Lula (PT) registra 40,1% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro (PL), com 36,8%. Em seguida aparecem Ronaldo Caiado (União Brasil), com 5%, Romeu Zema (Novo), com 3,7%, Renan Santos (MBL), com 2,6%, Joaquim Barbosa (sem partido), com 1,4%, Augusto Cury (sem partido), com 1,1%, e Cabo Daciolo (sem partido), com 0,7%. Outros 5,1% afirmam votar em branco ou nulo, enquanto 3,6% não souberam ou preferiram não responder.
Já nas simulações de segundo turno, o presidente aparece com 46,3% contra 46,1% do senador Flávio Bolsonaro (PL), configurando um cenário de empate técnico. Nos demais cenários, Lula amplia a distância para os adversários. Em um eventual segundo turno contra Ronaldo Caiado (União Brasil), o presidente soma 45,1%, ante 38,9% do governador de Goiás. Diante de Romeu Zema (Novo), Lula registra 46%, enquanto o governador mineiro alcança 38,1%.
O levantamento também mostra vantagem do presidente contra outros possíveis candidatos. Em uma disputa com Renan Santos (MBL), Lula registra 46,4%, contra 33,1% do dirigente do Movimento Brasil Livre. Já em um eventual confronto contra Michelle Bolsonaro (PL), o presidente aparece com 46,1%, enquanto a ex-primeira-dama soma 44,3%, mantendo um cenário competitivo, porém favorável ao petista.
A pesquisa também avaliou a percepção dos eleitores sobre o governo federal. Segundo o levantamento, 46% aprovam a gestão do presidente Lula, enquanto 49,7% desaprovam sua administração. Outros 4,4% não souberam ou preferiram não responder.






