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O custo invisível da contratação errada: como a seleção técnica protege o caixa das pequenas e médias empresas

Dennis Moraes 30 de abril de 2026 3 minutes read
Camila Macedo Dias | CEO Sinapse Educação Corporativa

Camila Macedo Dias | CEO Sinapse Educação Corporativa

Entenda por que profissionalizar o recrutamento é o investimento mais eficaz para evitar prejuízos no caixa do negócio.

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Errar na escolha de um novo colaborador custa muito mais do que o valor estampado na folha de pagamento. De acordo com um levantamento da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), a rotatividade de pessoal pode gerar gastos que chegam a três vezes o salário do cargo em questão, considerando rescisões, novos processos e a perda de produtividade. Para pequenas e médias empresas, onde o fluxo de caixa costuma ser mais apertado, essa falha não é apenas um incômodo burocrático, mas um dreno financeiro que compromete diretamente a saúde e a capacidade de crescimento do negócio no curto prazo.

Camila Macedo Dias, CEO da Sinapse Educação Corporativa, observa que muitos gestores ainda encaram o recrutamento como uma tarefa intuitiva ou baseada apenas em sentimento. Segundo a executiva, a ausência de métodos rigorosos para avaliar o que o candidato realmente sabe fazer transforma a contratação em uma aposta de alto risco. “Muitas vezes, o empresário busca preencher a vaga o quanto antes para não sobrecarregar quem ficou, mas acaba trazendo alguém que não se adapta. Isso cria um ciclo vicioso de demissões e gastos que seriam evitados com uma triagem técnica de verdade”, afirma.

A profissionalização desse processo vai muito além de dar uma olhada no currículo, exige entender as reais necessidades do dia a dia da função. Quando a seleção é pautada por critérios técnicos bem estabelecidos, o índice de acerto sobe e a empresa consegue segurar seus talentos por mais tempo. Camila ressalta que investir em uma avaliação robusta é, na verdade, uma forma de proteger o lucro, já que uma equipe estável produz melhor e não exige que o dinheiro seja queimado com treinamentos repetitivos para as mesmas posições.

Outro ponto que pesa no bolso, mas nem sempre é somado, é o impacto emocional e a queda de ritmo que uma saída precoce causa em quem fica. O clima da empresa sofre quando as pessoas entram e saem o tempo todo, gerando insegurança e desmotivação no time. Para a gestora, a solução está em tratar cada cadeira ocupada como uma peça estratégica. “O recrutamento técnico funciona como um filtro de qualidade que blinda a operação de erros básicos, garantindo que o dinheiro seja investido em quem realmente vai entregar resultado”, pontua.

No fim das contas, a educação corporativa e o apoio especializado são os melhores caminhos para quem quer crescer sem desperdiçar recursos. Ao entender que cada contratação é um investimento em uma pessoa, e não apenas o preenchimento de uma vaga, as PMEs ganham fôlego para serem mais competitivas. Trocar o feeling pela técnica é o que separa os negócios que apenas sobrevivem daqueles que constroem equipes de alta performance e resultados sólidos.

Fonte: Camila Macedo Dias | CEO Sinapse Educação Corporativa

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Dennis Moraes

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Jornalista, Hoster do Iron Podcast e CEO do Grupo Dennis Moraes de Comunicação

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** Os textos trazidos nessa coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal SB24Horas

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