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Mulheres lideram interesse por lutas esportivas no país:

Dennis Moraes 26 de março de 2026 6 minutes read
boxeadora

iStock

62% querem iniciar, continuar ou retomar a prática em 2026

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Estudo da Maximum Boxing revela que, entre as brasileiras, a maior motivação é se defender e reduzir o estresse mental, enquanto homens priorizam resistência e condicionamento físico

O envolvimento das mulheres com o universo esportivo vem crescendo nos últimos anos: segundo dados do IBOPE Repucom, referência em pesquisas de marketing esportivo, o interesse feminino por esportes cresceu 20%, índice que representa o dobro do avanço registrado entre os homens (9%). 

Esse movimento também começa a se refletir na prática, e os esportes de luta têm ganhado cada vez mais espaço entre elas: seis em cada dez mulheres afirmaram que desejam manter, iniciar ou retomar a prática de esportes de combate em 2026, enquanto, entre os homens, esse índice cai para 52%. Os dados são da nova pesquisa da Maximum Boxing, referência em equipamentos de esporte de combate.

O levantamento, realizado com centenas de brasileiros de todas as regiões do país, buscou entender a relação de homens e mulheres com os esportes de luta e revelou diferenças claras nas motivações de cada gênero. 

Enquanto os homens priorizam o condicionamento físico — citado por 69,9% dos entrevistados —, as mulheres se destacam por dar maior importância à defesa pessoal e à saúde mental: 57,9% delas afirmaram querer aprender a se proteger em situações de risco, e 52,3% citaram reduzir o estresse e melhorar o bem-estar mental, cerca de 10 pontos percentuais acima daqueles observados entre o público masculino.

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“Os estímulos mudam bastante entre homens e mulheres: muitos deles se aproximam das modalidades pela busca de desempenho físico, enquanto boa parte delas procuram segurança e qualidade de vida”, afirma William Ferraz, coordenador de marketing da Maximum Boxing. “Embora a melhora do condicionamento seja importante para todos, os dados sugerem que o público feminino tende a enxergar nos esportes de combate um caminho para fortalecer a autoconfiança e o equilíbrio emocional, enquanto o masculino valoriza mais os ganhos corporais.”

A  defesa pessoal no dia a dia das mulheres

Diante do crescimento da violência contra a mulher, muitas têm buscado nos esportes de combate uma forma de aprender técnicas de autodefesa. Quando questionadas sobre os impactos que a prática poderia trazer para o dia a dia, mais da metade das mulheres acreditam que se sentiriam mais autônomas para caminhar sozinhas em espaços públicos (54,3%). Outras mudanças apontadas incluem maior firmeza para impor limites em situações de conflito (47,7%) e mais segurança ao utilizar o transporte público (42,8%).

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Já entre os homens, as motivações parecem seguir um caminho um pouco diferente: para eles, a prática dos esportes de luta está mais associada ao preparo para proteger familiares ou amigos (48,8%), à capacidade de manter a calma sob pressão (46%) e a autonomia para circular em espaços públicos sozinho (35,6%).

Muay Thai: a escolha feminina para defesa pessoal e bem-estar

Quando o assunto é a defesa pessoal, as mulheres mostram preferência clara por modalidades que combinam técnica, força e ritmo intenso. Segundo a pesquisa da Maximum Boxing, Muay Thai lidera entre o público feminino (42,2%), seguido pelo Jiu-jitsu (32%) e pelo Boxe (26%).

Entre os homens, a ordem de preferência muda: Jiu-jitsu (42,3%) lidera, seguido por Boxe (35,7%) e Karatê (26,8%), enquanto o Muay Thai aparece apenas na quarta posição (26,3%), mostrando que, embora ambos os gêneros valorizem técnicas de combate, as mulheres priorizam modalidades que equilibram defesa pessoal e intensidade física.

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“Por décadas, o Muay Thai foi visto como um espaço predominantemente masculino, mas, hoje, ligas e academias incentivam fortemente a participação das mulheres. A modalidade, derivada de práticas guerreiras, é perfeita para aprender a se defender e trabalhar o corpo inteiro — punhos, cotovelos, joelhos e canelas, razão pela qual é chamada de ‘arte dos oito membros’”, explica Ferraz.

“Além disso, essa luta exige gestão emocional em tempo real, oferecendo a oportunidade de desenvolver autocontrole e fortalecer a autoconfiança. Aprender técnicas de combate, enfrentar rotinas intensas e se mover com segurança certamente muda a percepção que você tem sobre si mesma”, completa.

Falta de tempo, medo de lesões e custo aparecem como entraves à prática

Apesar do interesse crescente pelas lutas esportivas, muitos brasileiros ainda enfrentam obstáculos para dar o primeiro passo ou manter a rotina de treinos. A falta de tempo aparece como a principal barreira, mencionada por 47% das mulheres e 43% dos homens.

Outros fatores ajudam a explicar por que o desejo nem sempre se transforma em prática. Entre eles estão o medo de se machucar durante os treinos e o custo das aulas ou dos equipamentos necessários. Questões como falta de preparo físico, ausência de companhia para treinar e dificuldade de deslocamento até academias ou centros de treinamento também aparecem entre os principais entraves apontados por ambos os públicos.

Ainda assim, os dados indicam disposição para investir na modalidade. Quase 40% das mulheres afirmam que estariam dispostas a gastar até R$200 por mês em aulas, enquanto entre os homens esse percentual é ligeiramente menor, de 35%.

Quando o investimento envolve valores mais altos, porém, o cenário se inverte. Apenas 23% das mulheres afirmam que pagariam acima de R$300 por mês, contra 28,1% dos homens. O resultado sugere que, embora as mulheres demonstrem maior interesse em iniciar ou manter a prática, os homens tendem a apresentar maior disposição para investir quantias mais elevadas nas aulas.

Metodologia 

Para compreender o que motiva as brasileiras à prática de lutas esportivas, nas últimas semanas, foram entrevistados 500 brasileiros (maiores de 18 anos) residentes em todas as regiões e conectados à internet. O índice de confiabilidade foi de 95%, e a margem de erro foi de 3,3 pontos percentuais.

Ao todo, os respondentes tiveram acesso a 8 questões, que exploraram a motivação e o impacto dos esportes de combate sobre os brasileiros. A organização das respostas possibilitou a criação de diferentes rankings, nos quais você confere o percentual de cada alternativa apontada pelos entrevistados. 

Sobre a Maximum Boxing

Fundada em 2019, a Maximum nasceu da escassez de produtos de qualidade da luta em pé, como Boxe, Muay Thai, MMA, Kickboxing e Karatê. Além da necessidade de  assegurar mais proteção para os praticantes de artes marciais, a marca também tem como propósito incentivar as pessoas a praticarem esportes. Hoje, a Maximum Boxing já se destaca pela qualidade e diferencial dos produtos,  como as Luvas de Boxe e Muay Thai, feitas em couro de Microfibra Premium e com durabilidade até duas vezes maior do que o couro tradicional. 

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Dennis Moraes

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Jornalista, Hoster do Iron Podcast e CEO do Grupo Dennis Moraes de Comunicação

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