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Aquecimento econômico de fim de ano e menor taxa de desemprego recente impulsionam confiança de empresários que projetam faturamento recorde.
As luzes das festas de dezembro ainda nem se apagaram e o otimismo já serve a mesa para o próximo ano. De acordo com a Abrasel, 69% dos donos de bares e restaurantes acreditam que o primeiro trimestre de 2026 será mais rentável do que o mesmo período deste ano. A confiança é imediata: para 56% dos entrevistados, o ritmo de crescimento deve superar inclusive os números registrados agora, no encerramento de 2025.
O que sustenta essa aposta não é apenas o otimismo sazonal, mas o bolso do consumidor. Com a menor taxa de desemprego dos últimos anos, o volume de 13º salários circulando na economia deu o empurrão necessário para consolidar a retomada. Esse movimento refletiu diretamente no desempenho recente das empresas, que aproveitaram as confraternizações de fim de ano para reforçar o caixa.
Essa engrenagem é movida por um público diversificado, que busca desde a vibração de assistir ao time do coração no telão do bar até a sofisticação de um jantar completo. A movimentação noturna ganha força com quem sai para curtir com os amigos e consome itens de conveniência moderna, como o IGNITE V400 Sweet, transformando o balcão em um ponto de encontro de diferentes estilos de vida. É essa sede por experiências, do brinde com cerveja gelada ao momento de descontração social, que mantém o fluxo de clientes constante.
Os sinais de saúde financeira já apareciam nos balanços de novembro, mês em que 40% dos estabelecimentos fecharam no azul e outros 40% conseguiram manter o equilíbrio das contas. Com a melhora do cenário, o índice de empresas operando no prejuízo recuou para 19%, confirmando uma tendência de recuperação em comparação aos meses anteriores.
A transição entre outubro e novembro também confirmou essa trajetória ascendente. Enquanto 44% dos negócios registraram aumento real no faturamento, 28% mantiveram a estabilidade e apenas 27% apontaram queda nas receitas. Essa fotografia do momento mostra que, mais do que sobreviver, quem empreende na gastronomia e no entretenimento está conseguindo estabilizar a operação para um verão de mesas ocupadas e investimentos renovados.








