Skip to content
Primary Menu
  • Brasileirão 2026
  • Formula E
  • Santa Bárbara d´Oeste
  • Feiras Livres
  • Brasil / Mundo
  • Região
  • Política
  • Social
  • Auto Motor
  • Saúde
  • Opinião
    • Dennis Moraes
  • TV24HORAS
Light/Dark Button
  • SE INSCREVA EM NOSSO CANAL
  • SPACESS ESTUDIOS
SB24HORAS

SB24HORAS

Notícias na hora certa!

  • 24 Horas
  • Opinião

APAEs não são coisa do passado

Dennis Moraes 6 de agosto de 2025 3 minutes read
garota-de-tiro-medio-com-pintura-de-sindrome-de-down

Divulgação/Freepik

Por Lucelmo Lacerda

Como expresso no título desse texto, as APAEs não são coisa do passado. Pelo contrário, as escolas especializadas são parte inescapável do futuro, a não ser que decidamos nos afastar dos princípios fundamentais dos Direitos Humanos e abandonar as pessoas com deficiência com quadros com maior comprometimento.

  • SAFE GREEN - CERTIFICADO DIGITAL

Desde há muito se faz, no Brasil, o discurso de que salas e escolas especializadas são “coisa do passado”, “retrocesso” e que o único espaço de escolarização das pessoas com deficiência é a sala comum. Mas como definir se algo é ultrapassado? Como saber se a adoção de uma certa abordagem é um retrocesso?

É difícil responder a essa provocação, mas sigamos aqui duas diretrizes: a) olhando para os países desenvolvidos; b) olhando para os resultados de pesquisa que avaliem os desfechos daquilo que se propõe.

Então vamos começar pelos países desenvolvidos: no caso dos autistas, nos EUA cerca de 5,4% estão em escolas especializadas, enquanto na Finlândia são cerca de 8,6%, só para ficar em dois exemplos. Se for melhor uma afirmação mais peremptória, neste caso, ela é fácil – não existe nenhum país desenvolvido no planeta que tenha acabado com as escolas especializadas.

O segundo tópico, os resultados de pesquisa, é muito mais complexo, uma vez que não dá para fazer estudos randomizados em que os cientistas decidem a vida escolar de crianças com deficiência, essa é uma decisão dos pais, que tende a encaminhar casos com maior comprometimento para escolas especializadas e com menor comprometimento para escolas comuns, é o natural, mais dificulta a vida do pobre cientista.

Dentro de uma avaliação compreensiva de todo o conjunto de pesquisas disponível, entende-se que a escola comum é o melhor ambiente de escolarização da maior parte dos estudantes com deficiência, lá eles aprendem mais, fazem mais amizade e, de quebra, ajudam os colegas sem deficiência a lidarem melhor com a diversidade do mundo.

Mas esta não é a verdade para todos os alunos, uma porção com maior comprometimento, normalmente autistas de nível 3, alunos com deficiências múltiplas ou com Deficiência Intelectual grave ou profunda, se beneficiam mais de escolas especializadas.

Nas escolas comuns esses alunos não aprendem o currículo e também não socializam. Para eles, uma escola altamente especializada e com forte integração terapêutica é a melhor hipótese, inclusive a que produz as melhores taxas de empregabilidade na vida adulta.

Não resta dúvida, as escolas especializadas, em geral e as APAEs, em específico, não estão em nosso passado, estão no horizonte, ao menos se quisermos apoiar da melhor forma possível as pessoas com deficiência com maior comprometimento!

LUCELMO LACERDA RETRATO DE PERFIL PROFISSIONAL FERNANDO CAPELLATO FOTOGRAFIA ESTUDIO DA CIDADE 2 1 scaled
Lucelmo Lacerda – Foto: Fernando Capellato

 

Lucelmo Lacerda é doutor em educação, pesquisador na Universidade da Carolina do Norte (EUA), ativista do TEA e autor de “Crítica à pseudociência em educação especial”.

  • Facebook
  • Share on X
  • LinkedIn
  • WhatsApp
  • Email
  • Copy Link

About the Author

Dennis Moraes

Administrator

Jornalista, Hoster do Iron Podcast e CEO do Grupo Dennis Moraes de Comunicação

Visit Website View All Posts
** Os textos trazidos nessa coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal SB24Horas
Tags: APAE apaeimportante apoioaapcd autismo autistanivel3 direitosdaspcd direitoshumanos diversidadeeducacional educacaocompesquisa educaçãocomrespeito educacaoespecial EducaçãoInclusiva educacaonabasedaindividualidade escolaespecial escolasespecializadas fernandocapellato inclusãoefetiva inclusaoresponsavel lucelmolacerda pcdbrasil pesquisacientifica pluralidadenaeducacao SB24Horas TEA textocomproposito

Post navigation

Previous: Instagram decide 70% das escolhas de restaurantes no Brasil, aponta pesquisa
Next: Vivi Fernandez produz novos ensaios sensuais exclusivos para plataforma de conteúdo adulto

Leia também:

Erika Hilton
  • 24 Horas
  • Política

Roda Viva recebe a deputada federal Erika Hilton nesta segunda-feira (30)

Dennis Moraes 28 de março de 2026
Dra. Silvana Campos, advogada especialista em direito da família e da mulher
  • 24 Horas
  • Variedades

Violência Vicária: entenda como identificar e se proteger

Dennis Moraes 26 de março de 2026
remédios
  • 24 Horas
  • Saúde

O papel dos anti-inflamatórios de rápida ação no dia a dia dos brasileiros

Dennis Moraes 26 de março de 2026
  • Quem Somos
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Expediente

Tags

#SantaBárbaraD'Oeste Americana Bebel Brasil campanha Crianças cuidados cultura DAE Dengue Dennis Moraes desenvolve sbo dicas Economia educação emprego fiscalização informações inscrições LBV Nova Odessa Obras opinião PAT piracicaba prefeitura prevenção Rafael Piovezan SantaBarbaraDOeste Santa Bárbara Santa Bárbara d´Oeste saúde saúde mental SaúdePública SB24Horas SBO sbocity Sustentabilidade Suzano Tivoli Shopping TivoliShopping tratamento Vacinação vagas Vereadores
  • Podóloga Especialista pés Diabéticos
  • Podóloga Especialista pés Diabéticos
  • APOSERV SERVIÇOS PREVIDENCIÁRIOS
  • APOSERV SERVIÇOS PREVIDENCIÁRIOS
  • APOSERV SERVIÇOS PREVIDENCIÁRIOS

Desenvolvido por Dennis Moraes - Portal SB24HORAS

Menu
  • Quem Somos
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Expediente