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O peso invisível na ascensão feminina

Dennis Moraes 16 de abril de 2025 3 minutes read
Débora Rodrigues

Débora Rodrigues

Por Débora Rodrigues, analista de negócios do Sebrae-SP

 

  • SAFE GREEN - CERTIFICADO DIGITAL

O que uma minissérie de comédia pode nos ensinar sobre equidade de gênero e liderança feminina? “A Dona da Bola” traz uma narrativa leve, mas que reflete desafios profundos enfrentados pelas mulheres no mundo corporativo. Por trás do humor, a série escancara comportamentos velados que ainda dificultam a trajetória profissional das mulheres.

A protagonista, única herdeira mulher da empresa, recebe seu cargo como um “presente”, deixando no ar um questionamento sobre sua competência e legitimidade para ocupar a posição. E, como se não bastasse essa falta de reconhecimento, há outro fator que pesa ainda mais: a cobrança pelo perfeccionismo.

Para conquistar respeito em um ambiente que já questiona sua capacidade, muitas mulheres sentem que precisam ser impecáveis o tempo todo. Esse peso invisível as impede de assumir riscos, de errar e de crescer no processo.

No livro “Como as Mulheres Chegam ao Topo”, o Capítulo 7, chamado “A Armadilha da Perfeição”, aprofunda essa questão e mostra como essa busca incessante pode ser um grande obstáculo – e, pior, uma construção cultural profundamente enraizada.

Um exemplo claro disso aparece na série da Netflix. Em uma cena, a secretária executiva da protagonista diz: “Se um cara consegue um cargo bom, pode fazer m… até pegar o jeito, mas a mulher tem que ser perfeita de cara.”

Essa frase resume o sentimento de muitas profissionais: enquanto os homens têm tempo para aprender e errar, as mulheres precisam provar sua competência imediatamente – sem margem para falhas. O resultado? Um ciclo exaustivo de autossabotagem e ansiedade, tornando a jornada até a liderança ainda mais desafiadora.

Normalizar o aprendizado e a experimentação: O período de adaptação precisa ser visto como parte do crescimento, e não como um critério de julgamento do potencial profissional de uma mulher. Assim como na cultura de inovação, onde se diz “erre rápido para ajustar ainda mais rápido”, o desenvolvimento profissional deve permitir tentativas e ajustes ao longo do caminho.

Criar alianças estratégicas: A expertise que trouxe a profissional até o atual posto foi fundamental, mas para avançar ainda mais, ela precisa de aliados. Construir conexões com profissionais que possuam competências gerenciais pode ajudar a desenvolver habilidades comportamentais e de liderança.

Fortalecer redes de apoio: Compartilhar experiências, buscar mentores e estar próxima de outras mulheres que enfrentam desafios similares pode aliviar essa pressão e abrir novas oportunidades de crescimento.

A perfeição não é uma escolha das mulheres – ela foi imposta como um critério de sobrevivência profissional. Desde pequenas, somos ensinadas a ser impecáveis em tudo. Na escola, os elogios para as meninas vinham do bom desempenho acadêmico, enquanto os meninos eram valorizados pelo destaque nos esportes ou até mesmo por suas travessuras.

Esse padrão se reflete no mercado de trabalho, onde muitas mulheres ainda sentem que precisam provar sua competência o tempo inteiro, enquanto os homens têm mais liberdade para errar e aprender no processo.

Mudar essa cultura não é apenas um desafio individual, mas uma necessidade organizacional e social. Precisamos reformular os critérios de avaliação da performance profissional, normalizar o aprendizado contínuo e criar ambientes que incentivem a experimentação – sem que a cobrança excessiva recaia sempre sobre as mulheres.

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Dennis Moraes

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Jornalista, Hoster do Iron Podcast e CEO do Grupo Dennis Moraes de Comunicação

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Tags: Débora Rodrigues

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