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Brasil supera meta da ONU no diagnóstico de HIV, mas ainda enfrenta desafios entre jovens e pessoas maduras

Redação 13 de dezembro de 2024 4 minutes read
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País avança no enfrentamento da aids como problema de saúde pública; especialistas destacam desafios relacionados ao comportamento, prevenção e combate ao estigma.

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O Brasil alcançou, em 2023, uma das metas globais da Organização das Nações Unidas (ONU) para a eliminação da aids como problema de saúde pública. Segundo dados do Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV/aids (Unaids), 96% das pessoas com estimativa de viverem com HIV no país já foram diagnosticadas, superando a meta de 95%.

Os objetivos definidos pela ONU incluem também que 95% das pessoas diagnosticadas estejam em tratamento antirretroviral e, destas, 95% em supressão viral — condição em que o vírus se torna intransmissível. No Brasil, os índices gerais indicam 96% de diagnóstico, 82% de pessoas em tratamento e 95% de supressão viral. Embora o avanço seja significativo, desafios persistem em determinados grupos populacionais, como jovens de 15 a 24 anos e mulheres acima de 50.

Jovens: entre a percepção reduzida de risco e a influência digital
Segundo a infectologista Dra. Débora Letícia, dos hospitais Mater Dei Santa Clara e Mater Dei Santa Genoveva, o aumento dos casos de HIV entre jovens está ligado à maior liberalização sexual, aliada à falta de campanhas educativas contínuas e ao acesso limitado a informações de qualidade sobre prevenção. “O estigma e a discriminação também contribuem, dificultando o diagnóstico precoce e o aconselhamento adequado”, explica. Além disso, ela destaca o impacto das redes sociais e aplicativos de relacionamento no aumento de comportamentos de risco, bem como a diminuição do uso de preservativos, reflexo dos avanços no tratamento do HIV/aids.

Mulheres acima de 50 anos: diagnóstico tardio em relações consideradas estáveis
O aumento proporcional de diagnósticos de HIV em mulheres com mais de 50 anos está associado à ausência de uso de preservativos em relações consideradas estáveis, onde a percepção de risco é menor. “Muitas vezes, os parceiros estão expostos a comportamentos de risco, sem que elas saibam”, pontua a infectologista. Por outro lado, a busca mais frequente por atendimento médico por parte das mulheres facilita o diagnóstico precoce, contrastando com o comportamento de homens na mesma faixa etária.

Estratégias para ampliar o acesso à PrEP
A profilaxia pré-exposição (PrEP), medicamento preventivo oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS), é uma ferramenta importante na redução de novos casos, mas seu acesso ainda é limitado por barreiras sociais e geográficas. A Dra. Débora cita o Ambulatório Herbert de Souza, em Uberlândia, como um modelo de atendimento humanizado que garante privacidade e acolhimento, essencial para superar o estigma e encorajar a busca pela PrEP.

Educação, prevenção e combate ao preconceito
Para reduzir os índices de infecção por HIV e outras ISTs, especialmente entre jovens e populações vulneráveis, a especialista enfatiza a necessidade de programas abrangentes de educação sexual em escolas, campanhas acessíveis e maior disponibilidade de métodos de prevenção, como preservativos, PrEP e PEP (profilaxia pós-exposição). Testagens rápidas e gratuitas também são importantes para o diagnóstico precoce e o início imediato do tratamento.

“A luta contra o HIV/aids vai além do atendimento clínico. Envolve combater preconceitos e garantir que todos tenham acesso à informação e ao cuidado”, conclui a Dra. Débora.

Com avanços significativos no diagnóstico e na supressão viral, o Brasil mostra progresso no enfrentamento da aids, mas precisa intensificar esforços para alcançar as metas em todos os segmentos da população, especialmente os mais vulneráveis.

(Os comentários são de responsabilidade do autor, e não correspondem à opinião do SB24Horas)

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