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Acolhimento no atendimento ao público LGBTQIA+ faz toda a diferença

Redação 16 de maio de 2022 6 minutes read

No Dia do Combate à LGBTfobia, o CROSP reforça a importância de cada vez mais os cirurgiões-dentistas prestarem um atendimento humanizado!

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O acolhimento nos atendimentos odontológicos é fundamental para que os pacientes LGBTQIA+ sintam-se confortáveis na hora de realizar uma consulta ou procedimento com o cirurgião-dentista. No Dia do Combate à LGBTfobia, lembrado em 17 de maio, o Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP) reforça a importância de estarmos atentos às necessidades e especificidades do atendimento à comunidade LGBTQIA+.

Para uma mulher transexual, uma travesti ou homem trans, o desbravamento social começa ao sair de casa. Com isso, ao chegar a uma consulta com o cirurgião-dentista, depois de ter passado por todas as outras barreiras, o mínimo esperado é que essa pessoa seja acolhida pelo profissional, que seja tratada pelo nome social, pelo pronome correto, e que tenha atendimento digno.

Pensando nisso, a Prefeitura de São Paulo lançou, em 2020, o protocolo de atendimento a pessoas transexuais e travestis, com um capítulo exclusivo para saúde bucal, em que é possível encontrar informações que auxiliam e incentivam o tratamento humanizado para a população trans e travestis. (Clique e veja o documento na íntegra)

Mulher trans, a cirurgiã-dentista Dra. Ava Simões aborda a importância do carinho e respeito no atendimento. “O atendimento é o mesmo. Precisamos estar atentos às particularidades de cada paciente, como já fazemos em nosso dia a dia clínico. Hoje, buscamos humanizar ao máximo nosso atendimento e olhar com carinho e respeito. Muito diferente do que se parece, as pessoas trans estão dispostas a esclarecer e ajudar em suas particularidades, mas sempre dentro de um limite”.

Sem julgamentos

A cirurgiã-dentista Dra. Bruna Luiza Roim Varotto, assistente da Equipe Odontológica do Instituto de Psiquiatria – Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), reforça que não fazer julgamentos e ter um interesse real em melhorar a saúde das pessoas é fundamental. “A parte técnica, conhecimentos sobre medicações, isso também é importante, mas o acolhimento e uma postura que respeite o paciente fazem a diferença”.

Outro diferencial, segundo ela, é manter contato próximo com a equipe que acompanha o paciente. “Verificar se existe acompanhamento psicológico, com psiquiatra ou até mesmo com endocrinologista, no caso dos pacientes transexuais, é importante. Tanto pacientes quanto profissionais se beneficiam dessa abordagem interdisciplinar”.

Anamnese é fundamental

É preciso, também, além do acolhimento na consulta odontológica, que a anamnese – histórico médico do paciente – seja minunciosamente revisada, para que quem faz tratamentos hormonais não precise interromper o processo clínico odontológico, evitando, assim, possíveis doenças bucais como aumento do risco de inflamações gengivais e as desmineralizações ósseas.

O acompanhamento do profissional é fundamental, como explica a Dra. Bruna. “Existem diferentes abordagens endocrinológicas no âmbito de acompanhamento dos pacientes trans. Temos o bloqueio hormonal, usado em adolescentes entrando na puberdade para evitar o desenvolvimento de caracteres sexuais secundários, que não coincidem com sua identidade de gênero. Nesta modalidade, o principal cuidado refere-se ao risco de desmineralização óssea, algo que é acompanhado de perto pela equipe médica do paciente. Já na reposição hormonal (com hormônios masculinos e femininos) existe o risco de sangramento e trombose, mais relacionados ao estrógeno e dependentes da dose. Ambas as modalidades são seguras e usadas por endocrinologistas”.

Para manter a saúde bucal adequada, é essencial que o paciente que faz uso de hormônios, principalmente, realize checapes odontológicos prévios ao início das medicações hormonais. Essa medida favorece diagnósticos precoces de condições periodontais e outras doenças da boca e, também, gera uma oportunidade para reforçar as orientações de higiene bucal, evitando intercorrências com o uso desta terapia.

Abordagem humanizada

“Consultas preventivas no âmbito da Odontologia favorecem uma interação saudável entre o cirurgião – dentista e os pacientes, promovendo uma abordagem mais humanizada. Na verdade, segue-se a mesma recomendação de prevenção realizada para pacientes em geral”, complementa Dra. Bruna, que também integra a equipe do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

O instituto conta com o Ambulatório Transdisciplinar de Identidade de Gênero e Orientação Sexual (AMTIGOS), que acompanha crianças e adultos que apresentam incompatibilidade de gênero. (Conheça)

Nele, o atendimento aos pacientes LGBTQIA+ proporciona uma experiência abrangente, em que simplesmente questionar o sexo dos pacientes com uma pergunta fechada e opções de resposta “feminino” e “masculino” não faz mais sentido. Portanto, os profissionais mantêm um campo aberto para o paciente se expressar da forma mais adequada para ele e, assim, se sentir à vontade. A mesma situação ocorre em relação ao nome de batismo e nome social. 

Dra. Ava complementa e reforça que a maior contribuição que os profissionais de saúde podem fazer pelos pacientes LGBTQIA+ é humanizar o atendimento. “Mostrar que é gente igual a gente, mostrar que não tem problema nenhum, que é normal, que é natural, que os problemas são os mesmos”.

Ava Simões foi a primeira mulher trans, negra, a vencer um concurso internacional de beleza em 2019, o Miss Trans Star Internacional.

Sobre o CROSP

O Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP) é uma autarquia federal dotada de personalidade jurídica e de direito público com a finalidade de fiscalizar e supervisionar a ética profissional em todo o Estado de São Paulo, cabendo-lhe zelar pelo perfeito desempenho ético da Odontologia e pelo prestígio e bom conceito da profissão e dos que a exercem legalmente. Hoje, o CROSP conta com mais de 140 mil profissionais inscritos. Além dos cirurgiões-dentistas, o CROSP detém competência também para fiscalizar o exercício profissional e a conduta ética dos Técnicos em Prótese Dentária, Técnicos em Saúde Bucal, Auxiliares em Saúde Bucal e Auxiliares em Prótese Dentária.

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