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Coletivo Centro Cultural Candeeiro promove oficina A vivência do Jongo neste sábado (12)

Redação 11 de março de 2022 2 minutes read

O Coletivo Centro Cultural Candeeiro promove, neste sábado (12/03), das 15 às 17h, a oficina “A vivência do Jongo”. A ação ocorrerá na Estação Cultura em Americana e contará com a presença da mestra jongueira Jociara Souza, que integra o grupo de jongo Filhos da Semente. Para participar, basta se inscrever pelo link https://linktr.ee/Candeeeiro. A participação é gratuita.

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“Essa ação é muito importante para a cidade de Americana enquanto manifestação afro-brasileira. Será um momento muito especial para difundir a prática e a história do jongo, uma manifestação típica do sudeste que surgiu na época da escravidão do Brasil”, destacou Adriana Ferreira, do Coletivo Centro Cultural Candeeiro.

 

A oficina será realizada por meio de projeto realizado com recursos da Lei Aldir Blanc, da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo e Prefeitura Municipal de Americana.

A Estação Cultura Americana é a antiga Estação Ferroviária da cidade, ao lado do Terminal Rodoviário, localizada na Av Doutor Antônio Lobo, 196 – Centro. Mais informações pelo Instagram @arteirasdocandeeiro

 

SOBRE A OFICINA ESPECIAL –  O grupo Filhos da Semente  surgiu do encontro entre Jociara Souza, pedagoga e filha do mestre jongueiro Tio Juca (in memoriam), de Barra do Piraí – RJ, e Marina Costa, arte-educadora. O objetivo é difundir a prática e a história do jongo, uma manifestação afro-brasileira típica do sudeste que surgiu na época da escravidão do Brasil.  Também conhecida como caxambu, esta manifestação de cultura tradicional é um jogo de responsório (com cantos de dizeres e respostas) cheio de metáforas, estratégia utilizada pelos negros escravizados para negociações de festividades e fugas sem que os donos das fazendas pudessem saber sobre o que se cantava ao som do batuque. A música do jongo é acompanhada por palmas e por dois tambores que representam a ancestralidade desta manifestação, o tambu e o candongueiro, enquanto um casal dança com passos marcados.

oficina (1)
oficina (2)
oficina (3)

 

Texto: Juliano Schiavo

Fotos: Alisson Simeão

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