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Consumidores dos EUA gastaram um recorde de US$ 204 bilhões online no final de 2021

Redação 26 de janeiro de 2022 4 minutes read

Apesar de os níveis de descontos estarem mais baixos em comparação a 2020, as compras online tiveram aumento de mais de 8%

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A Adobe anuncia novos dados do Adobe Digital Economy Index sobre as compras online na temporada de fim de ano – de 1º de novembro a 31 de dezembro – nos Estados Unidos. Os consumidores norte-americanos gastaram um total de US$ 204,5 bilhões no período de festas de 2021 – o que equivale a um aumento de 8,6% ao ano no comparativo com 2020.

Em 38 dias (ante 25 dias em 2020), o comércio eletrônico bateu recorde em gastos diários, alcançando US$ 3 bilhões, à medida que os consumidores distribuíram suas compras para além das principais datas comerciais, como a Cyber Monday, e começaram mais cedo – as semanas antes do Dia de Ação de Graças (1º a 24 de novembro) registraram crescimento de 19,2% ano a ano, enquanto a Cyber Week caiu 1,4% em relação a 2020. Já as compras entre 30 de novembro a 31 de dezembro cresceram 5,6% ano sobre ano.

“Foi a primeira vez em uma temporada de compras de fim de ano que grandes momentos promocionais, como Cyber Monday e Black Friday, tiveram menor destaque”, afirma Douglas Montalvao, General Director – Enterprise Latin America da Adobe. “Como estamos acompanhando na pandemia, o e-commerce se tornou uma atividade diária onipresente e uma maneira mais flexível para os compradores pesquisarem melhor produtos e serviços.”

Os descontos para a temporada foram mais fracos nas seguintes categorias monitoradas pela Adobe: em eletrônicos, os níveis de desconto foram de 8% na comparação com 21% em 2020; computadores 10% contra 22%; e eletrodomésticos 4% ante 14%. Já artigos esportivos alcançaram 6% contra 14%, e móveis e roupas de cama 2% ante 4%. Os níveis de desconto para televisores permaneceram inalterados em relação ao ano anterior e se mantiveram no patamar de 11%. Por outro lado, os consumidores viram descontos maiores em vestuário – 13% contra 11% – e brinquedos (19% ante 14%).

Montalvao explica que o estudo foi feito com o apoio do Adobe Analytics, que reuniu informações de mais de 1 trilhão de visitas a sites de varejo nos Estados Unidos, 100 milhões de SKUs e 18 categorias de produtos com visualizações globais baseadas em transações em mais de 100 países de três regiões. O executivo destaca também outras tendências reveladas pela pesquisa:

• Crescimento de categorias: nesta temporada, os gastos online foram impulsionados por categorias como brinquedos (5,4 vezes mais vendas online quando comparada aos níveis da pré-temporada em setembro de 2021), videogames (4,5 vezes mais), cartões-presente (3,6 vezes mais) e livros (3 vezes mais). Outras categorias de destaque foram mantimentos (2,7 vezes mais), jóias (2,2 vezes mais), eletrônicos (2,2 vezes mais), produtos para bebês/crianças (2,1 vezes mais) e eletrodomésticos (2 vezes mais);
• Compre agora e pague depois: essa modalidade teve um crescimento de dois dígitos nesta temporada, com um aumento de 27% em 2021, enquanto os pedidos cresceram 10%. Em média, os consumidores estão gastando US$ 224,00 por pedido utilizando esse método, com aproximadamente três itens no carrinho de compras;
• Retirada na loja: essa opção de atendimento foi usada em 23% de todos os pedidos online no final do ano passado. Apesar da falta de crescimento (24% em 2020 e 22% em 2019), a demanda por serviços de retirada permanece durável – os compradores provavelmente valorizam a conveniência e a velocidade ou acreditam ser uma opção de atendimento segura durante as fases mais graves de Covid-19. Um dia antes da véspera de Natal (23 de dezembro), o uso atingiu o pico de 40%. Em média, os pedidos de retirada chegam a US$ 91 com cerca de dois itens;
• Celular: durante o período, 43% das vendas online foram feitas por meio de smartphones, totalizando US$ 88 bilhões. É um aumento modesto em relação a 2020 (40%), já que os consumidores ainda confiam em computadores desktop e laptop como a principal maneira de realizar compras online. Houve seis dias em que mais de 50% das vendas vieram por meio de smartphones: 25/11 (Ação de Graças); 18/12 (Super Sábado); 19/12; 24/12 (Véspera de Natal); 25/12 (Dia de Natal); e 26/12. Em 2020, apenas um dia (o Dia de Natal) ultrapassou 50%.

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