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Emoções e máquina de lavar: semelhança ou diferença?

Redação 28 de setembro de 2021 4 minutes read

3 dicas de como estender as emoções sem misturar as peças

  • SAFE GREEN - CERTIFICADO DIGITAL

Adriana Gardel, Valéria Rezende e Carolina Vieira (*)

 

Dia de lavar roupa. Dentro do cesto há variadas peças com suas texturas, cores e tamanhos. Tudo vai para a máquina! Que maravilha! A potente e inesgotável máquina recebe todas as peças e ao toque de um botão, após o processo de sabão e amaciante, inicia sua operação. Mexe daqui, dali, sacode aqui e acolá e as roupas vão se misturando, se enroscando e nesse emaranhado de tecidos vão se limpando e continuam cada etapa até finalizar o processo.

Segue-se então, para um novo momento, onde retira-se peça por peça, de forma que todas caibam no varal de forma organizada. Cheiro de roupa limpa, varal cheio e pronto para a secagem.

Nesse momento, penso…epa, essa máquina de roupas está parecendo meus muitos momentos do dia. Confuso? Explico:

Acordei atrasada, coração batendo mais rápido do que o normal, fiquei nervosa, pois o dia já iniciava atrapalhado e todos iriam se atrasar. Acordei as crianças, tomamos café na velocidade master, apressei todo mundo e a agitação rolando solta. As crianças empolgadas com a atividade especial da escola e eu ansiosa para chegar a tempo deles não perderem nada e de eu não ter problemas no trabalho. No caminho, muita raiva do trânsito, mas na verdade a minha preguiça foi a causadora de tudo isso. Chegamos na escola, 10 minutos de atraso, mas ainda daria tempo. Agora rumo ao trabalho, cortei caminho para sair do trânsito e me dei mal, entrei num beco e fiquei com muito medo de me perder ali. Fiquei enjoada e com nojo de pensar que poderia passar mal. Respirei fundo e segui em frente, até conseguir chegar no trabalho. Envergonhada entrei procurando demonstrar indiferença ao que tinha acontecido, mas no fundo estava bem frustrada! O dia seguiu, confesso que em um certo momento do dia senti um pouco de tédio, pois as coisas estavam muito com a “mesma cara”, bateu saudade das crianças e uma certa tristeza, por não ter tido mais tempo para conversarmos pela manhã sobre o nosso dia e o que aconteceria. Bem, mas toquei em frente e no final do dia ao vê-los tranquilos e alegres me senti grata e menos frustrada, afinal tudo tinha dado certo!

As emoções muitas vezes são esse emaranhado, assim como as roupas que batem na máquina. O importante é que saibamos percebê-las para colocá-las nos seus devidos lugares, assim como fazemos com nosso varal.

Aqui vão algumas dicas para você estender suas peças no varal, de forma que as emoções fiquem organizadas.

Identifique o que você está sentindo
Esse é um bom exercício de autoconhecimento. Respire fundo e pense o que está acontecendo com você naquele momento. Fale sobre como está se sentindo e busque estratégias para lidar com o momento.

Permita-se sentir sem julgamento
Todos os sentimentos são importantes e demonstram que você é totalmente normal. Não é preciso culpar-se por senti-los. O importante é o equilíbrio, ou seja, como você os demonstra e em que intensidade. Se estoura com os outros com facilidade ou guarda tudo demonstrando passividade.

Fale sobre o que está sentindo
Esse é um hábito que precisa ser desenvolvido pela maioria de nós, pois não fomos ensinados a falar sobre nossos sentimentos, mas ele é fundamental para que possamos criar diálogos e promover a empatia.

Ao praticar a identificação, se permitir sentir e falar sobre eles, você estará organizando suas peças e ao estendê-las perceberá o frescor e o cheirinho de roupa limpa!!!

Que tal lavar roupa mais vezes?

 

(*) Autoras
Adriana Gardel – Apaixonada pela educação, caminhando pelo universo da pedagogia e psicopedagogia há 38 anos e, sempre curiosa, buscou na neurociência e no Kidcoach mais fundamentação para entender e atuar na formação dos pequenos. Trajetos em escolas pela educação infantil, fundamental I, coordenação e orientação educacional, mas acima de tudo mãe do Gui e do Fred, suas grandes inspirações de vida! Ah, e vovó do Gabriel.

Valéria Rezende – Mãe da Carol, do Augusto e do Vinicius, vó do Gabriel desbravadora quando o assunto é comportamento e relacionamentos humanos. Acredita na família como base para o desenvolvimento integral do ser humano melhor. Coach de pais, casais e adolescentes pela Parenting Coach Brasil, Kidcoach pela ICIJ Rio de Janeiro e instrutora da Jornada das Emoções. 

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