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Quais fatores levam ao suicídio?

Redação 14 de setembro de 2021 4 minutes read

Psicanalista Kélida Marques, fala sobre como lidar com essa situação e orienta como se comportar perante a um suicida.

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Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 32 pessoas se suicidam por dia no Brasil, o que significa que o suicídio mata mais brasileiros do que outras doenças, como o câncer e a AIDS. E, o fato de o suicídio ainda ser um tabu e as pessoas pouco falarem sobre ele, contribua para o aumento de casos, já que pesquisas comprovam que uma simples conversa pode trazer grandes resultados.

 

A conversa pode fazer com que a pessoa mude de ideia, pelo menos naquele momento e repense algumas coisas. “A psicanálise, de forma geral, não tira esses pensamentos suicidas da mente humana, mas ela tem como função auxiliar a pessoa a ter uma visão diferente da vida, naquele momento e por isso, nós, os profissionais da área sempre convidamos o indivíduo a conversar, falar sobre o assunto e os motivos que o fazem pensar no suicídio. Não é fácil, muito pelo contrário, é doloroso, arriscado, sofrido, mas é a saída ideal, pois ao conversar, ele vai podendo ter uma leitura diferente de uma determinada situação, tendo outras perspectivas que podem fazê-lo mudar de ideia” – resume a psicanalista Kelida Marques.

 

Kelida reforça que não há uma fórmula mágica, prevenção, ou algo parecido para quem pensa em tirar a própria vida, mas elenca alguns fatores que contribuem para que esse pensamento ganhe força. Vulnerabilidades, as relações com pai e mãe (na primeira infância), as relações com o mundo exterior (escola, trabalho e sociedade) e fatores como os que estamos vivendo no último ano (medo, insegurança, luto coletivo, desemprego). “Existem diversos fatores que podem contribuir com isso, há inclusive aqueles que defendem que o suicida nasceu pré-disposto a cometer esse ato contra si, então, o que sempre procuro evidenciar é que se a pessoa possui pensamentos suicidas, nesse momento, para esse indivíduo, se ninguém o ouvir, o universo está ajudando a concretizar essa ação e por isso, é importante convidá-lo para se abrir, sem julgá-lo ou menosprezar os seus sentimentos” – reforça a psicanalista.

 

Além de conversar, Kélida Marques traz um compilado de sinais importantes para que as pessoas fiquem alerta e olhem com carinho para o próximo, tentando afastar, sempre que possível esse sentimento de inferioridade. Confira:

  • Apresentar comportamento retraído, dificuldades para se relacionar com família e amigos;
  • Ter casos de doenças psiquiátricas como: transtornos mentais, transtornos de humor (depressão, bipolaridade), transtornos de comportamento pelo uso de substâncias psicoativas (álcool e drogas),
  • Sofrer mudanças nos hábitos alimentares ou de sono.
  • Apresentar sentimentos de solidão, impotência e desesperança;
  • Escrever cartas de despedida;
  • Falar repentinamente sobre morte ou suicídio;
  • Apresentar irritabilidade, pessimismo ou apatia.

Além disso, Kelida reforça que as tentativas de suicídio nunca devem ser ignoradas e mesmo sendo um tema incômodo, convidar o outro a refletir sobre aquele ato é importante para que não haja repetição. “Neste momento, jamais interrompa o relato do outro, procure não expressas reações e converse de forma clara e objetiva e oriente-a a procurar ajuda especializada. Mas o mais importante é que ela se sinta acolhida e perceba que alguém se importa com ela” – conclui.

A psicanálise tem um papel importante nesse importante na descoberta e compreensão dos processos psíquicos, já que atua diretamente neles, fazendo com que a pessoa assuma o papel de condutor da sua própria vida, por uma ótica diferente.

Kélida Marques: é psicanalista, hipnóloga e terapeuta holística reikiana. Com formação em psicologia, atua visando capacitar às mulheres em sua máxima tríade: mente, corpo e espírito. Sem vínculo religioso, porém, com uma enorme bagagem espiritual.

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