Algumas medidas amenizam o sofrimento dos pets no calor
O verão demanda atenção especial aos animais de estimação (Thinkstock)
Não são somente os humanos que sofrem com o calor do verão. A estação também castiga os animais de estimação. “Os que mais sofrem são os cães de focinho curto, como buldogues e pugs, e os gordos, que têm mais calor do que os magros”, diz o veterinário Fernando Ibanez, presidente da Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais – São Paulo.
Ao contrário dos humanos, cachorros não transpiram pela pele, mas sim pelo coxim, aquela almofadinha da pata, pelo focinho e pela boca – por isso o cão coloca a língua para fora da boca. Quando o focinho é curto, não há extensão suficiente para fazer a troca térmica.
Alguns cuidados melhoram o bem-estar dos animais durante a estação mais quente do ano.
Oito cuidados com os pets no verão
Espalhar potes de água fresca pela casa
Os proprietários de pets precisam redobrar o cuidado com a hidratação dos animais no verão. É importante que os bichos tenham sempre água fresca e limpa disponível. O ideal é trocar a água do cachorro assim que ela começar a esquentar. Para quem passa o dia fora de casa, a dica é espalhar vasilhas com água em lugares com menor incidência de luz. Durante os passeios, deve-se oferecer água ao animal a cada 20 ou 30 minutos.
Evitar locais quentes e fechados
A exposição ao calor excessivo pode causar um fenômeno chamado intermação: a temperatura do corpo ultrapassa os limites fisiológicos que permitem a troca de calor com o ambiente. Órgãos e sistemas começam a falhar, levando o animal à morte. É preciso evitar que os bichos fiquem fechados em lugares quentes, como acontece quando os donos vão a alguma loja que não permite a entrada de animais e deixam os pets trancados no carro.
Não passear nos horários de sol quente
Os melhores horários para passear com cães são aqueles em que o sol está mais fraco, como antes das 10 horas da manhã ou depois das 16h. Também é preferível trocar o asfalto pela grama – o chão quente pode causar lesões nas patas dos cachorros.
Ficar atento a sinais de doenças
Micoses, piolhos, sarnas e parasitas de pele são mais comuns no verão. Para evitar que o animal contraia alguma dessas enfermidades, recomenda-se evitar levar o cão a locais muito frequentados por outros animais, aplicar remédios antipulgas e procurar um veterinário se perceber sinais como vômito ou diarreia.
Tosar o pelo do animal (inclusive do gato)
A tosa refresca o animal e facilita o banho. Ela é recomendável principalmente para cães de raças mais peludas, como o golden retriever e o husky siberiano, e até para gatos de pelagem cheia, como o persa. A chamada tosa higiênica, aquela que corta os pelos da região do ânus e dos órgãos genitais, é indicada para a higiene de raças menores, como shih-tzu e lhasa apso.
Aplicar protetor solar
É isso mesmo: animais também precisam se proteger contra o câncer de pele. A recomendação vale principalmente para cães e gatos de pele clara (a cor da barriga do pet indica se ele se inclui nessa categoria), que sofrem mais com a incidência dos raios solares. O filtro deve ser aplicado em regiões sem pelos, como focinho e orelhas, em média a cada duas horas – ou menos, em caso de contato com água. Não se deve usar o protetor solar de humanos – o produto feito especialmente para animais não oferece riscos de intoxicação se for lambido pelos bichos.
Dar banhos
No verão, cães e gatos podem — e devem — tomar, em média, um banho por semana. Além de contribuir para a higiene, o hábito refresca os animais. A recomendação é lavá-los com água em temperatura ambiente e xampu especial para pets, neutro e hipoalergênico. É preciso secar bem o bicho para evitar a umidade, condição que favorece o aparecimento de parasitas. Depois de tirar o excesso de umidade com uma toalha, veterinários sugerem utilizar um secador de cabelo em uma temperatura média, a uma distância de pelo menos um palmo do corpo.
Mudar o lugar da caminha
Quando cachorros e gatos percebem que o local onde dormem é quente demais, eles próprios buscam lugares mais frescos, como o mármore da cozinha. Às vezes, porém, a área de circulação dos bichos é restrita a uma parte da casa, de modo que eles não têm a possibilidade de escolha. É papel dos donos verificar se o ambiente em que seus animais de estimação dormem recebe muita luz durante o dia, o que aumenta a temperatura mesmo durante a noite, e é ventilado. Se necessário, o dono deve trocar o local da caminha.
*Fontes: Fernando Ibañez, presidente da Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais de São Paulo (Anclivepa-SP) e Mauro Lantzman, veterinário e professor de psicobiologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)
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