Skip to content
Primary Menu
  • Brasileirão 2026
  • Formula E
  • Santa Bárbara d´Oeste
  • Feiras Livres
  • Brasil / Mundo
  • Região
  • Política
  • Social
  • Musa 24 Horas
  • Auto Motor
  • Saúde
  • Opinião
    • Dennis Moraes
  • TV24HORAS
Light/Dark Button
  • SE INSCREVA EM NOSSO CANAL
  • SPACESS ESTUDIOS
SB24HORAS

SB24HORAS

Notícias na hora certa!

Cremação, prudência e Caridade – por Paiva Netto

Redação 19 de novembro de 2018 6 minutes read

A nossa responsabilidade com o envoltório físico que Deus nos ofereceu é deveras séria. E isso se aplica a todas as etapas da existência, incluindo a morte e a transição para o lado ainda invisível da Vida Eterna. Os instantes que se seguem imediatamente após o desenlace também inspiram cuidados. Por isso, fui buscar no primeiro volume das Sagradas Diretrizes Espirituais da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo (1987) nosso ponto de vista contra a cremação dos corpos. Há consequências terríveis para o Espírito que começará sua adaptação à nova esfera, como vocês poderão ler:

  • SAFE GREEN - CERTIFICADO DIGITAL

Sem a Alma, o corpo é o cadáver. Porém, essa minha afirmativa não significa dizer que os despojos, pelo menos nos primeiros tempos da morte, não sejam instrumentos de condução de sensibilidades ao Ser Espiritual, por meio do perispírito. Para facilitar o entendimento desse ensino, vamos dar a palavra ao Espírito Emmanuel, quando nos fala sobre o delicado tema da cremação de corpos defuntos. Ele responde à pergunta 151, constante do seu livro O Consolador, pela psicografia do médium brasileiro Chico Xavier (1910-2002), Legionário da Boa Vontade nº 15.353:

151 — O espírito desencarnado pode sofrer com a cremação dos elementos cadavéricos?

— Na cremação, faz-se mister exercer a piedade com os cadáveres, procrastinando por mais horas o ato de destruição das vísceras materiais, pois, de certo modo, existem sempre muitos ecos de sensibilidade entre o Espírito desencarnado e o corpo onde se extinguiu o “tônus vital”, nas primeiras horas sequentes ao desenlace, em vista dos ?uidos orgânicos que ainda solicitam a alma para as sensações da existência material.

 Em 28 de julho de 1971, durante sua famosa entrevista para o programa Pinga-Fogo, da antiga TV Tupi, em São Paulo/SP, Chico Xavier, ao responder a questionamento de uma telespectadora, lido pelo jornalista Almyr Guimarães (1924-1991), ressaltou o que Emmanuel aconselha:

— O tempo de expectativa deve ser nada menos que 72 horas, numa câmara fria, para o nosso veículo carnal, quando nos desvencilhamos dele, no caso de optarmos pela cremação.

 Apresento também, para a análise de vocês, algumas considerações dos nobres amigos do Mundo da Verdade Flexa Dourada (Espírito) e dr. Bezerra de Menezes (Espírito). Trata-se de comunicações mediúnicas por intermédio do sensitivo Cristão do Novo Mandamento Chico Periotto. São ressalvas que merecem dedicada atenção.

Diz Flexa Dourada:

— Sobre a instrução de Emmanuel de que só se deveria cremar corpos depois de 72 horas — e olhe lá —, isso seria boa condição para um Espírito completamente [em vida] desapegado da carne. O melhor é enterrar o corpo da pessoa que desencarnou. Vai para debaixo da terra aquilo que vem da terra. Isso é uma lei da Natureza.

E reforça o dr. Bezerra:

— Espalhem sempre que a cremação não é vista com bons olhos no Mundo Espiritual. Mesmo quando o Espírito já deixou totalmente o vaso físico, as lembranças ficam registradas na memória espiritual. Deixemos a Terra consumir aquilo que ela trouxe sem agressões. Tudo que radicalize, tudo que afronte a vestidura humana, interfere no equilíbrio espiritual. Tratemos bem de nosso vaso corpóreo. Façamos dele a morada de Deus. (…) Imaginem o acidente de um caminhão em alta velocidade, batendo contra uma muralha. A cremação é algumas vezes pior que isso.

Apresentamos ainda nessa análise a visão do Judaísmo acerca do desligamento entre corpo e Alma. Com a palavra, o rabino Ilan Stiefelmann:

— A Lei judaica é inequívoca e intransigente em sua insistência para que o corpo, na sua totalidade, seja devolvido à terra. Com a morte, a alma passa por uma dolorosa separação do corpo que até então lhe servira de abrigo. Esse processo de separação é concomitante à decomposição do corpo. A partir do momento em que o corpo é enterrado, ele se desintegra paulatinamente, fornecendo desta forma um conforto à alma que está se liberando do corpo. (…) O processo gradual do retorno ao solo através do sepultamento é natural e carrega um importante simbolismo: o falecimento de uma geração permite o brotamento de outra, e os vivos são nutridos e inspi­rados pelo legado daqueles que já se foram. Nossos antepassados são o solo do qual nós brotamos. Mesmo em sua morte, eles são uma fonte de vida!

A fim de contribuir para o debate do tema, recorremos igualmente ao pensamento do Islamismo. O respeitado professor de Estudos Islâmicos, da Universidade de Georgetown (EUA), John L. Esposito elucida:

— A cremação é proibida no Islã, porque é considerada desrespeito ao falecido. Alguns estudiosos da religião que acreditam que a cremação é contrária aos ensinamentos do Islã e é uma violação da lei islâmica citam o Alcorão 80, 21: “Depois [Allah] o fez morrer e o sepultou”, e um hadith no qual o Profeta teria dito: “O modo de honrar o falecido é enterrá-lo”. Assim, é considerado uma obrigação dos muçulmanos, como uma comunidade, garantir que todo muçulmano que morra seja adequadamente limpo, envolvido numa mortalha e enterrado de acordo com os ensinamentos do Islã.

 

Para evitar padecimentos cruéis

Minhas Irmãs e meus Irmãos, o dever de Caridade nos impele a trazer para a re?exão esses alertamentos.

Alguém pode naturalmente argumentar que não acredita em nada disso. E a Fraternidade Ecumênica, que deve ser a bandeira do diálogo, nos leva a respeitar a crença de cada um. Mas, e se estivermos abordando aqui uma realidade? Há tanto ainda por se conhecer melhor! A cada dia, a própria Ciência descobre fatos novos ou corrige teorias antes inegociáveis, superando antigas controvérsias…

Em nome do Amor que devotamos aos nossos entes queridos, não custa nada repensarmos um pouco sobre o assunto e, assim, evitar padecimentos cruéis a eles depois que fizeram sua passagem para a Outra Vida.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com

 

  • Facebook
  • Share on X
  • LinkedIn
  • WhatsApp
  • Email
  • Copy Link

About the Author

Redação

Administrator

View All Posts

Post navigation

Previous: Tempos de Prevenção – por Gaudêncio Torquato
Next: 43% dos idosos são os principais responsáveis pelo sustento da casa, revela pesquisa da CNDL/SPC Brasil
  • Quem Somos
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Expediente

Tags

#SantaBárbaraD'Oeste Americana Bebel Brasil campanha Crianças cuidados cultura DAE Dengue Dennis Moraes desenvolve sbo dicas Economia educação emprego fiscalização informações inscrições LBV Nova Odessa Obras opinião PAT piracicaba prefeitura prevenção Rafael Piovezan SantaBarbaraDOeste Santa Bárbara Santa Bárbara d´Oeste saúde saúde mental SaúdePública SB24Horas SBO sbocity Sustentabilidade Suzano Tivoli Shopping TivoliShopping tratamento Vacinação vagas Vereadores
  • Podóloga Especialista pés Diabéticos
  • Podóloga Especialista pés Diabéticos
  • APOSERV SERVIÇOS PREVIDENCIÁRIOS
  • APOSERV SERVIÇOS PREVIDENCIÁRIOS
  • APOSERV SERVIÇOS PREVIDENCIÁRIOS

Desenvolvido por Dennis Moraes - Portal SB24HORAS

Menu
  • Quem Somos
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Expediente