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Homens também são vitimas de relacionamentos abusivos

Redação 19 de setembro de 2018 4 minutes read

A violência contra mulher é um tema amplamente divulgado pelos meios de comunicação. Esta pauta social é de extrema relevância para sensibilizar a sociedade e buscar punição para os agressores. Entretanto, ainda pouco debatido, os homens também sofrem violência física e psicológica, entre estes, a agressão dificilmente toma os mesmo contornos, alguns destes fatores, é o machismo, o mesmo que vitimiza tantas mulheres, mas em um efeito reverso – como vergonha de denunciar sua companheira, chantagens emocionais, e caso envolva filhos ou bens materiais.

“Todo ser humano está propenso a sofrer relacionamentos abusivos, em sua maioria mulheres e crianças” explica a psicóloga Miriam farias.

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Nem sempre as agressoras usam da força física, seria desproporcional. Além de bofetadas, arranhões, e uso de arma branca, como facas e objetos domésticos, muitas se empoem de calúnia, difamação, e fofoca familiar para destruir o companheiro, muitas vezes, motivadas por ciúmes e desconfianças.

“A cultura popular brasileira banalizou os casos de agressões com os homens, inclusive, tornando crimes, meras brincadeiras, como ameaças das esposas de envenenar a comida, jogar óleo ou água quente enquanto o companheiro estiver dormindo, e até mesmo “cortar o pênis” caso, o “cara” “faça algo errado”. É inadmissível qualquer tipo de tortura (física ou psicológica), independente do gênero”, reitera a psicóloga.

Alguns países levam a sério o atendimento aos homens vítimas de relacionamentos abusivos, como, Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. As ONGs internacionais Men’s Advice Line e ManKind Initiative também prestam auxilio. No Brasil, a Lei Maria da Penha, já foi aplicada para proteger homens de suas conjugues, a justiça julgou essa importância, em casos extremos. 10% das denúncias na rede portuguesa de apoio a vitima são de homens.

Assim como os homens, muitas mulheres também não aceitam o final de um relacionamento, e passam perseguir e “infernizar” a vida do ex- companheiro. Inventam falsa gravidez para tentar “manter o relacionamento”.  Se for um casal que tiver filhos ” dificulta visitas,  e, podem até mesmo criar uma imagem negativa do ex companheiro para as crianças. Outras mulheres ameaçam entrar na justiça, como punição, para  conseguir bens materiais, com a famosa frase ” Vou tirar tudo que você tem”.

O American Journal of Preventive Medicine, coordenada pelo médico americano Robert J. Reid, ouviu mais de 400 homens aleatoriamente, por telefone, em 2017, 5%  deles afirmaram terem sido vítimas da violência doméstica no último ano;10% nos últimos cinco anos e 29% em algum momento da vida.

Pesquisa brasileira

Diante da ausência de dados oficiais no Brasil sobre a violência conjugal contra os homens, realizou-se um questionário no google forms, e disponibilizado em redes sociais (páginas e grupos do Facebook), para o público masculino responder, com a participação de 833 homens, entre o dia 14/04/2018 e 24/04/2018. O resultado foi  publicado pela Revista Eletrônica Âmbito Jurídico. Entre as perguntas:

Já sofreu algum tipo de violência nas relações intimas de afeto? 63,6% sim (521 pessoas); 15,6% talvez (128 pessoas) e 20,8% não (170 pessoas)

Justifica tudo o que faz, e quando se  esquece ou não tem tempo, ocorrem brigas? (ou já passou por isso em algum relacionamento?) 78,6% sim (629) e 23,3% não (190)

Não pode estar com amigos ou sua família porque ela tem ciúmes? (ou já passou por isso em algum relacionamento?) 63% sim (516) e 37% não (303)

A mesma mulher praticou mais de uma dessas condutas e em momentos diversos? 81,4% sim (667) e 18,6% não (152)

Pode relatar o que sentiu após a violência sofrida, praticada ou retribuída? Recebi só no espaço aberto do questionário 464 relatos, além de outros em redes sociais.

Por meio do questionário verificou-se que os próprios homens não sabem identificar a violência afetiva – na primeira pergunta 63,6% (521) disse que sofreu violência afetiva, já ao final do questionário o número elevou-se para 75,3% (615) – e que um grande percentual naturaliza como comportamento feminino a invasão de privacidade, perseguição, posse, tapas, ser atingido por objetos e destituído de contato com a própria família, amigos e lazer individual.

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