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6 mitos e verdades sobre cuidados com peixes

Conheça um pouco mais sobre os benefícios de ter esse tipo de pet em casa.

 

Quando pensamos em animais de estimação, provavelmente, cães e gatos são os primeiros a virem à nossa mente. Contudo, existem outras espécies que também podem ser criadas em casa, a exemplo dos peixes de aquário.

 

Há vários benefícios em ter um bichinho desses, mas isso exigirá um certo cuidado e atenção tanto no manejo quanto na higiene. O uso de aquários adequados para peixes, bem como a troca correta de água são fatores que vão permitir que seu pet viva mais e melhor.

 

Existem famílias que, em vez de ter um cachorrinho ou um gatinho como primeiro animal de estimação, preferem criar um peixe. Isso acontece porque esse tipo de pet exige muito menos tempo e trabalho para ser cuidado no dia a dia, além de não demandar toda aquela atenção dada aos felinos e aos caninos.

 

O maior cuidado que você deve ter no dia a dia é em relação à limpeza do aquário e à alimentação do pet, principalmente sobre a quantidade e o tipo de ração determinada para aquela espécie. No mais, eles podem passar horas sozinhos, sem nenhum problema.

 

Por sua vez, a preocupação com o ambiente do aquário também é necessária. A água jamais pode ser trocada 100%, nem o espaço pode ser lavado, mesmo que ele esteja aparentemente sujo. Existem técnicas e até aparelhos que ajudam a manter o ambiente saudável e com aspecto mais limpo sem recorrer à água e ao sabão.

 

A seguir, você conhecerá alguns mitos e verdades sobre os cuidados com os peixes e como oferecer a eles uma qualidade de vida melhor no ambiente doméstico.

Peixes crescem conforme o tamanho do aquário

Mito. O crescimento do peixe é influenciado por diversos fatores, não apenas o tamanho do aquário onde ele vive. A qualidade da água, por exemplo, é um dos maiores elementos para que o animal se desenvolva corretamente — isso tem a ver com o pH da água ser mais alcalino ou ácido.

 

A temperatura da água e a alimentação são outras influências que afetam o desenvolvimento do peixe. O tamanho do aquário pode até interferir no crescimento do animal, mas não é um fator exclusivo.

pH neutro é ideal para todos os peixes

Mito. Você pode até colocar espécies diferentes de peixes em um recipiente com pH neutro, pois eles vão sobreviver, mas podem ter a expectativa de vida duramente reduzida, bem como ficar doentes.

 

Isso porque cada espécie necessita de uma faixa específica de pH, escala numérica que determina se a água está mais alcalina ou básica. Portanto, é preciso verificar o pH da água e encontrar o que for ideal para o seu peixinho.

Peixes trazem tranquilidade ao ambiente

Verdade. Existem pesquisas científicas que demonstram que ficar olhando para peixes em aquários é uma verdadeira fórmula antiestresse. Isso não ocorre à toa, já que esses animais trazem um pouco da natureza para nossa casa. Além disso, os peixes são animais extremamente silenciosos quando comparados aos latidos e aos miados de cães e gatos.

Peixes interagem menos com seus donos

Depende. No geral, os peixes jamais vão ter atitudes tão visíveis e carinhosas como os cães e os gatos, nem poderão ser pegos no colo, por exemplo. De fato, esse tipo de interação é inviável.

 

No entanto, isso não significa que eles não possam interagir com seus donos de outras formas. Existem vídeos no YouTube que ensinam truques e fazem com que a sua relação com seu peixinho seja muito mais divertida.

Peixes vivem pouco tempo

Este é outro mito muito difundido quando se pensa na expectativa de vida dos peixes. A quantidade de tempo vai depender muito da espécie, mas, sim, eles podem viver por anos.

 

A verdade é que isso vai depender muito mais do ambiente onde ele está, da higiene correta e da alimentação do que de qualquer outro fator. Lembre-se que não é normal que um peixe dure apenas meses ou semanas. Se isso acontecer, provavelmente ele não está tendo um ambiente adequado para viver.

É preciso fazer testes na água do aquário

Verdade. A qualidade da água é fundamental para que seu peixinho viva bem. É preciso verificar, por exemplo, a quantidade de amônia, nitrito, o próprio pH da água e até a presença de cloro. Durante cada troca parcial de água, recomenda-se fazer o teste de cloro. Por sua vez, a testagem de pH, nitrito e amônia deve ser feita uma vez por mês.