Artigos / Opinião 

Preto, pobre e moro longe!

Artigo de Geraldo Fiuza   Quero dizer para você, que agora me lê: já fui “preto, pobre e morei longe”. Durante toda a minha infância ouvi essa expressão de uma pessoa muito especial, minha mãe Arlette, hoje, com 83 anos. Longe de ser uma expressão racista, discriminatória, a intenção da minha mãe era contribuir para a formação do meu caráter, com valores essenciais, advindos de sua sabedoria simples, de quem estudou apenas até a quarta série primária.   Minha mãe sempre lembrava a mim e à minha irmã, Valéria, que…

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