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Na Cetesb, Bill discute logística reversa, manejo de resíduos e recuperação do Quilombo

O prefeito de Nova Odessa, Benjamim Bill Vieira de Souza – que também preside o Consórcio PCJ e o Consimares (Consórcio Intermunicipal de Manejo de Resíduos Sólidos) – participou nesta terça-feira (16) de uma audiência com a presidente da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), Patrícia Iglecias. Na pauta, assuntos relacionados à logística reversa, manejo de resíduos e a poluição de empresas ao Ribeirão Quilombo. Também participaram do encontro Valdemir Ravagnani, superintendente do Consimares; o assistente-executivo João Luiz Potenza, e a orientadora Lia Helena Demange, ambos da Cetesb.

“Em primeiro lugar, quero agradecer a Patrícia Iglesias, que nos recebeu aqui na Cetesb, uma vez que esse é o primeiro contato que estamos tendo com a nova diretoria. Foi uma reunião bastante proveitosa, onde colocamos em discussão maneiras de incrementar a logística reversa em todo o Estado, falamos também sobre a importância dos consórcios no que diz respeito ao manejo de resíduos sólidos e tive a oportunidade de mostrar a Patrícia o trabalho que o Consórcio PCJ está realizado pela recuperação do Ribeirão Quilombo, que é o nosso maior patrimônio hídrico”, disse o prefeito.

A presidente da Cetesb elogiou o empenho do prefeito de Nova Odessa e presidente do Consórcio PCJ e do Consimares nas questões ambientais e reforçou que a companhia está à disposição para possíveis novos projetos. “Quero destacar que Nova Odessa é uma das poucas cidades que fazem a lição de casa no que diz respeito ao tratamento de esgoto. Sua contribuição ao meio ambiente é exemplo”, afirmou Patrícia Iglesias.

Bill reforçou o esforço da administração para concluir a 3ª fase da ETE Quilombo. “Esta obra é benéfica para todos, população e meio ambiente. Inclusive, já estamos disponibilizando água de reuso para o parque industrial. Isso faz com que empresas deixem de captar água em poços artesianos ou até mesmo no lençol”, disse o prefeito.

A ETE Quilombo é uma das maiores obras públicas do Brasil a adotar a tecnologia U-Box, considerada a melhor disponível para países tropicais. Esta tecnologia não demanda a construção de lagoas à céu aberto, pois dois tipos de reatores são instalados no mesmo tanque de concreto armado, “empilhados”, o que economiza espaço físico e reduz custos operacionais. Totalmente automatizado e com baixo impacto ambiental, o sistema U-Box praticamente não gera odores, pois conta com queimador de gás, consome pouca energia, não gera ruídos e pode ser operado por uma equipe reduzida.

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