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Melhor Amigo do Homem: Brasil já conta com mais cachorros do que crianças nas casas

Psicólogo Alexandre Bez fala sobre esse fenômeno inter-relacional referente a cães e humanos. Foto: reprodução internet

 

Na atualidade, houve um aumento significante de casas, cujos habitantes caninos são membros integrantes da família. Em alguns casos, os cachorros são a própria família. Esse fenômeno inter-relacional, referente a cães e humanos, é totalmente natural e se deu porque o homem já perdera a sua naturalidade há tempo. Naturalidade essa, que deveria compor elementos comportamentais positivos, porém intrínsecos aos cães. É válido mencionar que o efeito comportamental-existencial que os cachorros produzem nas pessoas, são exclusivamente pertencentes a raça canina, não sendo obtido por nenhuma outra espécie do reino animal.

 

Para o psicólogo e escritor, os cachorros ocupam cada vez mais lares brasileiros: “Por ser um relacionamento autêntico, e por compor como membro familiar em muitas casas onde não se podem ter e/ou não querem filhos, os cães ocupam essa titularidade familiar, preenchendo em número crescente as residências com a sua presença”.

 

A ligação cães / ser humano é fundamentalmente mágica, cósmica, especial. O animal possui, em sua ascendência — a remanescência genética dos lobos, animais esses, que já nos acompanhavam no passado. Cães são ligados emocionalmente com os homens, exacerbando naturalmente um companheirismo, uma fidelidade anotada na proporção de 100%.

 

O espaço territorial dividido entre homens e cães, é altamente saudável, justamente pela autenticidade da união relacional, sendo os membros mais novos da família moderna do Séc. XXI. Podemos identificar os cachorros como grandes e verdadeiros “companheiros sociais”, existencialmente adaptados para enfrentar e proteger o homem de qualquer situação que exija uma atenção maior.

 

Os cães são extraordinariamente “afetuosos-atenciosos” possuindo uma inteligência superdotada. Inteligência essa, responsável por ser demasiadamente “perceptíveis-intencionais”, quer dizer compreender e saber quando o seu dono, não está bem. Momentos esses, adicionados naturalmente de carinho e afeto, para atenuar o nosso “desconforto emocional”.

 

“O animal, devida a sua inteligência sensorial, consegue ler a nossa aura, sabendo quem está mal-intencionada ou não. Nos protegem do perigo, tendo um comportamento antagônico ao ser humano de personalidade periculosa. Os cães, mantêm a nossa alma aquecida, melhorando o nosso trato psicológico-emocional! Não são céticos, nem fanáticos, muito menos invejosos, amam o dono verdadeiramente, sendo mesmo, criaturas divinas-celestiais”, declarou o psicólogo.

 

Fisiologicamente, de acordo com a AHA (Associação Americana de Cardiologia), pelo bem que os cachorros fazem à nossa alma, nos protegem de patologias cardiovasculares. A única intenção dos cães é fazer o homem feliz, que se associa com o único e verdadeiro princípio existencial do homem — ser feliz.

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