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Diástase atinge 60% das mulheres após a gravidez

Pesquisas sobre a diástase mostram que o problema atinge 60% das mulheres no pós-parto.

Não é de hoje que a personal Gizele Monteiro levanta a bandeira sobre a importância da prevenção e da recuperação da tão temida Diástase. Como especialista e coach de mamães ela convive com as frustrações diárias de suas alunas, que muitas vezes, fazem gastos desnecessários com tratamentos sem eficácia.
Gizele intitulou esse processo de “ROTA DA DIÁSTASE”.

“Elas demoram para entender que esse problema de saúde (não só estético) no pós-parto é mais comum do que imaginam. Pesquisas mostram que, pelo menos 60% das mulheres, desenvolvem diástase nos primeiros meses após o nascimento do bebê. E mais 30% convivem até seu filho completar um ano de vida, porém muitas nem sabem que sofrem de diástase, infelizmente”, explica a especialista.

Outro dado alarmante é que um dos estudos mostra que já com 21 semanas, mais de 33% das gravidinhas apresentam o problema. E o pior, elas não idéia disso.

Segundo a especialista personal gestante, muitos médicos neste período não focam na diástase (sem examinar a região abdominal) durante a consulta no pós-parto, que ocorre cerca de seis semanas após o nascimento. As que são diagnosticadas com o problema recebem indicação de exercícios localizados em academias ou sugestão de cirurgia para reverter a diástase fechando a abertura dos músculos abdominais.

Com mais de 7mil alunas dos programas online de exercícios especializados para diástase e forma física em casa (Gravidez em forma e Pós-parto em Forma), Gizele tem tido muito sucesso na recuperação da barriga dessas mamães.
Mas segundo Gizele, o melhor é evitar que esse mal aconteça e a prevenção começa na gravidez. Por isso, trabalha em suas mídias, ajudando com informações que podem evitar que as gestantes tenham o afastamento abdominal, além do necessário e normal, nesta fase.
Vale destacar que muitas celebridades e influenciadoras já sofreram com a diástase, entre elas, a cantora Sandy, as atrizes Juliana Paes, Giovana Antonelli, Thaís Pacholek e Thaís Fersoza. Adriana Sant’Anna e Mica Rocha, Tasiela Alcoleia. Algumas alunas de Gizele.

Gizele estuda e pesquisa sobre diástase há 20 anos!
“Em 1997 ao ver estudos com estatísticas já indicando que a incidência e o grau de diástase poderiam estar sendo subestimados e que muitos exercícios usados nas prescrições deveriam ser contraindicados passei a pesquisar mais e mergulhar no tema para ajudar minhas alunas. Deu certo! As alunas gestantes internautas apresentam resultados de melhora já no primeiro mês do seu pós-parto, ainda no período de resguardo sem dietas ou qualquer exercício. Elas somente iniciam o programa, em casa, quando tem a liberação médica. Esse resultado é um efeito natural dos exercícios aplicados na gravidez que criam uma memória muscular”, enfatiza Gizele.

Mas o programa só funciona logo após o parto?
Não. A personal gestante descreve que não importa quanto tempo se passou da gravidez, a mamãe que está por anos com a famosa barriga de grávida, pode também começar a ver as melhoras nos primeiros 7 a 15 dias do programa.
Por outro lado, Gizele alerta: exercícios feitos de maneira inadequada não corrigirá o problema.
“Na verdade, isso pode até piorar as coisas. E, ao longo prazo, esses exercícios errados, comprometem mais ainda a estabilidade e a função da barriga, da postura e da pelve. Os sintomas comuns para diástase são: dor nas costas, incontinência urinária e desconfortos abdominais, além do principal, a estética de uma barriga de grávida e flacidez associada”, finaliza.

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www.gravidezemforma.com.br

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