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Custos com a saúde crescem no Brasil

. Envelhecimento da população é um dos principais fatores deste incremento, mas burocracia e má uso dos recursos também impactam o setor

. Investimento em tecnologia e gestão em saúde podem reduzir esses números

Quanto mais se vive, mais se gasta com saúde. O custo com a saúde pública no Brasil chegou a R$ 131,2 bilhões em 2018, segundo o Ministério da Saúde, e a expectativa é que os gastos aumentem na mesma proporção que a população envelhece. Por outro lado, os gastos com a saúde privada representam quase 60% do total de gastos com saúde no país, segundo dados do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS).

O alto custo da saúde é impactado por fatores como aumento da utilização de recursos médicos, inclusão de novas tecnologias e, com frequência, por fraudes que elevam esses gastos. Uma pesquisa divulgada recentemente pelo IESS em parceria com a consultoria PwC Brasil, apontou que o total de gastos relacionados a fraudes seja equivalente a 15% das despesas assistenciais do ano de 2016. Com isso, um dos grandes desafios para uma gestão eficiente na saúde passa, invariavelmente, pela implementação de práticas que reduzam o aumento de custos.

O uso da tecnologia, no entanto, pode ser uma alternativa para auxiliar na gestão e reduzir despesas. A Sharecare, empresa líder na combinação de saúde digital com gestão de saúde integrada, é especialista em desenvolver soluções que combinem alta tecnologia com protocolos cientificamente validados.  A empresa americana, em operação há quatro anos no Brasil, obteve em um ano, redução de mais de R$ 100 milhões no custo com saúde de seus clientes.  Para isso, a Sharecare utiliza Big Data e Machine Learning aplicados a modelos matemáticos para que os clientes melhorem o processo de tomada decisões, obtendo vantagem competitiva na interpretação correta de resultados de saúde.

Um exemplo dessa expertise é o Programa Modelagem Preditiva, em que é realizado um mapeamento de toda a população, identificando a probabilidade de eventos futuros de alto risco com base em dados e padrões históricos. O retorno sobre investimento pode chegar a 29%, utilizando a metodologia CEM (Coarsened Exact Matching), criada em Harvard com parceria da Sharecare. Outro dado importante apontado pelo data analytics da Sharecare:  somente 5% da população de alto risco é responsável por até 25% do custo total de saúde de uma companhia, indicando a necessidade de investir em prevenção de saúde e reduzindo o agravamento de enfermidades.

“A redução de custos na saúde está baseada no conhecimento aprofundado sobre a saúde de pessoas e na aplicação de novas tecnologias para promover a saúde integral dessa população. Em nossa plataforma é possível fazer a gestão estratégica da saúde, o que implica em benefícios tanto para o colaborador como para a empresa. Pessoas mais saudáveis, se sentem bem para produzir. E quando se trata de produtividade, estamos falando do principal fator competitivo para as empresas, o que realmente lá na ponta vai fazer a diferença na conquista de melhores resultados financeiros”, explica o diretor geral para América Latina, Nicolas Toth Jr.

 

Sobre a Sharecare

Site: https://sharecare.com.br/

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