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Combate ao Aedes aegypti: equipes vistoriam mais de 800 imóveis em Nova Odessa

A Prefeitura de Nova Odessa está realizando, desde o início desta semana, novas ações contra o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, chikungunya, zika e febre amarela. Entre segunda (1º) e quinta-feira (4), foram retirados 10 caminhões com possíveis criadouros do mosquito nos bairros Santa Rita I, Monte das Oliveiras e Vila Azenha. Nestes locais, o número de imóveis visitados pelas equipes chegou a 802, sendo localizados 18 focos com larvas.

 

A Vigilância em Saúde e o Setor de Zoonoses reforçam o alerta para que a população receba os agentes de endemias em suas casas durante as ações de rua. “ A recusa pode resultar em multa, conforme a lei municipal que dá autonomia ao trabalho da autoridade sanitária. Pela legislação, os agentes podem, inclusive, registrar boletim de ocorrência e solicitar ao Poder Judiciário a entrada em imóveis fechados. A permissão vale também para os casos de ausência dos proprietários”, explica o secretário de Saúde de Nova Odessa, Vanderlei Cocato.

O que destaca Nova Odessa na luta contra o mosquito são as ações de combate que acontecem durante todo o ano e não apenas no período de maior incidência (de novembro a maio), que possibilitam resultados mais positivos para impedir o avanço das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, mas, principalmente, da dengue. “As ações contínuas de conscientização porta a porta, trabalho educacional nas escolas e ações para recolher criadouros do mosquito, nos apontam que estamos no caminho certo. Neste período de maior incidência unimos força e novas ações para vencermos o mosquito ”, afirmou Cocato.

Para a encarregada do setor de Zoonoses, Paula Faciulli o diferencial neste combate, hoje, são as três ações conjuntas que estão sendo realizadas: a nebulização com veneno, o controle de criadouros e a retirada de possíveis criadouros. “Não estamos preocupados apenas com a retirada do perigo, mas também com a conscientização e por isso realizamos um ‘pente fino’, visitando as casas, retirando os objetos e orientando a população”, explicou ela.

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