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Bullying e depressão infantil são tratados com hipnoterapia

Com jogos lúdicos e alusões mentais, Alessandro Magalhães auxilia crianças e adolescentes a lidarem com problemas e fortalecerem a saúde mental

 

Dizer ‘não’ a um pedido foi o suficiente para seu filho fechar a cara e ir para o quarto batendo a porta? O que parece ser apenas uma tentativa de chamar a atenção pode mascarar algo mais grave, como bullying, abuso e até os primeiros sinais de autismo ou um quadro depressivo, segundo Alessandro Magalhães (https://alessandromagalhaes.com), especialista em Programação Neurolinguística (PNL).

“Crianças e adolescentes demonstram que algo anormal está acontecendo por meio de comunicação não verbal. Qualquer mudança repentina de comportamento exige a atenção dos pais”, diz Alessandro. Euforia, estresse, agressividade, falta de concentração ou baixo rendimento escolar são alguns dos sinais de alerta vermelho.

Para ajudar os jovens a lidarem com essas questões de maneira eficiente, o especialista indica a hipnoterapia. O tratamento garante não apenas uma infância saudável, mas, também, uma vida adulta mais equilibrada e livre de bloqueios emocionais. A técnica pode ser feita a partir dos sete anos, quando já é possível estabelecer uma comunicação com mais clareza e há um entendimento contextual que envolve as sessões.

Para atender a esse nicho – e ajudar a dissolver distúrbios atuais como hiperatividade, deficit de atenção e fobias –, Alessandro desenvolveu a metodologia Touch The Mind (TTM), que utiliza jogos lúdicos e alusões mentais até alcançar o “X” da questão. “Há uma facilidade em estimular o imaginário, sensações e emoções dos mais novos, então conseguimos abrir a mente para buscar uma realidade que foi vivenciada anteriormente ou até mesmo criar uma nova, tendo em vista que a mente não diferencia o que é real e o que é produzido”, conta o especialista.

A primeira consulta

É imprescindível que os pais ou responsáveis participem da primeira consulta, para que se possa entender o contexto da situação, o que desencadeia os sintomas. “Se no convívio familiar não há demonstrações de afeto, a pessoa terá dificuldade de amar e sentir-se amada”, exemplifica Alessandro.

A partir do momento em que se identifica a raiz do problema, o terapeuta trabalha no desenvolvimento e transformação da estrutura emocional do paciente, para que ele consiga enfrentar a circunstância adversa. Práticas de neurolinguística também podem ser aplicadas, com o intuito de ressignificar traumas e crenças limitantes.

Mudanças no comportamento e melhora na autoestima são alguns dos benefícios imediatos da terapia, cujos efeitos são levados para a vida. É importante salientar, no entanto, que a prática não substitui a medicação, caso esteja em uso. “A hipnose atua em paralelo às práticas convencionais, pois tem como foco o controle dos transtornos emotivos”, alerta o profissional. A tendência é alcançar um melhor equilíbrio, pois, como diz o ditado: mente sã, corpo são.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa

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