Na iminência de torneio internacional, americanense ministra curso intensivo de formação em Corfebol

A professora de educação física, representante da Federação de Corfebol do Estado de São Paulo e pioneira da modalidade no Estado, a americanense Luciana Bortoleto, ministra entre os dias 10 e 13 de julho o Curso de Formação em Corfebol nível 1.

O curso, certificado pela Federação Internacional de Corfebol, acontece na Casa da Criança de Santa Bárbara d’ Oeste, localizada na Avenida Bandeirantes, 705, Vila Oliveira.

Na segunda-feira (10), o curso será ministrado das 19h às 22h; na terça (11), quarta (12) e quinta (13), das 14h às 18h.

O traje é específico: roupas esportivas e tênis. A carga horária é de 15 horas e o aluno deve ter no mínimo 80% de presença.

Os estudantes devem levar caderno de anotações, caneta e pen drive. Aos formandos será entregue certificado da Federação Internacional de Corfebol.

A avaliação dos alunos será realizada durante o curso. O custo é de R$ 50 a serem pagos no primeiro dia do curso.  As inscrições podem ser feitas através do e-mail fcesp_2013@yahoo.com.br.

“A participação é livre, é para todos. No curso teremos jogadores brasileiros e argentinos e professores. O curso está atrelado a duas atividades importantes: os treinamentos (pré-temporada) das equipes sub-17 e adulto de Americana e de Misiones (Argentina) de preparação para o torneio internacional ‘Irmandade sem Fronteiras’ que será realizado no Rio de Janeiro. Teremos quatro dias intensos de curso, direcionados aos treinamentos da modalidade”, explicou Luciana.

Americana será representada por oito atletas e pela técnica Luciana Bortoleto, da equipe Misiones Corfebol, na competição internacional que ocorrerá em Casemiro de Abreu, no Rio, nos dias 14, 15 e 16 de julho. Disputarão o torneio 16 clubes do Brasil, Argentina, Colômbia, Costa Rica, entre outros países da América do Sul.

Por meio de parceria com o SESI de Santa Bárbara d’ Oeste, crianças e adolescentes participarão de oficinas de Corfebol organizada pelos alunos do curso, que praticarão a teoria das aulas. Além disso, os jovens assistirão a um jogo demonstrativo de Corfebol.

O vereador Welington Rezende (PRP), que propõe o esporte nas escolas municipais, salientou a inclusão social de jovens proporcionada pelo projeto. “É uma modalidade que contribui para a inclusão social e formação cidadã de crianças, jovens e adolescentes. E o nome de Americana já foi divulgado e apresentado ao mundo através do Corfebol. A cidade é pioneira nesse esporte no Estado de São Paulo”, destacou o parlamentar.

 

Corfebol

O esporte, criado em 1902 na Holanda, é praticado com uma bola entre dois postes com cestas a 3,5 metros de altura; são quatro homens e quatro mulheres por equipe (homens marcam homens e mulheres as mulheres) e o objetivo é fazer a cesta; o Corfebol exige exatidão e cálculo para arremesso e pode ser praticado na grama, areia ou quadra poliesportiva; e as regras do jogo conduzem os atletas a terem respeito ao próximo e requer compromisso coletivo.

 

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