INVESTIMENTOS – MULTIMERCADOS PODEM TRAZER MAIS RENTABILIDADE EM TEMPOS DE JUROS BAIXOS

“Através de uma série de investimetnos, muitos deles tão conservadores quantos os de renda fixa, é possível ter uma lucratividade de 20% a 30%”, afirma Pedro Afonso Coelho, Diretor de Operações da Gradual Investimentos

Em momentos de juros baixos no país, alguns investidores ficam indecisos sobre onde aplicar o capital. Desde o começo do ano, o Banco Central vem cortando os juros como não era visto há oito anos atrás. Na última reunião, a Selic chegou a 9,45% com alguns investidores analisando até dezembro ter o patamar de 8% ou 7,5%. Vendo isso como oportunidade, os fundos multimercados também conhecidos pela sigla FIMs, pode ser uma ótima aplicação em tempos de juros menores, pela sua característica de poder investir em vários ativos e obter a melhor rentabilidade deles. “Os multimercados dá liberdade de investir em várias frentes e obter a melhor rentabilidade destes ativos. São os mais amplos, isolando apenas os fundos, nesta parte de investimentos e além disso existem níveis de volatividade. A “low vol”, que seria a baixa volatividade, são ideais para o momento dos juros hoje”, afirma o Economista e Diretor de financiamentos da Gradual Investimento, Pedro Afonso Coelho. A “low vol” citada por Pedro, significa sua baixa volatividade, dando uma segurança ao investidor para não correr grandes riscos. “Como o mercado financeiro costuma avaliar seus ativos quanto ao seu nível de risco, que seria a volatilidade, informalmente no multimercados, houve uma classificação como: “low vol” de baixa volatividade, “mid vol” que seria de média volatilidade ou “high vol” com uma alta volatilidade”, diz Coelho

A lucratividade, importante para o investidor saber o resultado do seu investimento, nos multimercados “low vol” pode sobrepor outros fundos conservadores. Como o FIMs também são conhecidos pelos seus riscos e aplicando o dinheiro pensando a longo prazo, é possível que ocorram oscilações normais do mundo econômico, mas o lucro chega a números acima de 25%. “Os FIMs de baixa volatividade são aqueles que concentrarão maior parte de seus investimentos em ativos de baixo risco, porém diversificando o suficiente para buscar um “algo a mais” para o cotista. Através de uma série de investimentos, muitos deles tão conservadores quanto um investimento tradicional em renda fixa, obtendo uma rentabilidade muito acima de um Fundo DI ou um Fundo de Renda Fixa, podendo chegar – nos rendimentos – em alguns casos a 20% ou 30% a mais na comparação”, diz o Economista.

Se o rendimento para o investidor será ótimo, este terá que esperar um pouco mais para resgatar o seu dinheiro. Sendo o fundo com maior tempo para retirar o valor, o multimercados tem este ponto, que poderia ser negativo, mas na visão do Pedro Afonso é diferente. “Esses fundos costumam ter um prazo de resgate um pouco maior do que os Fundos 100% conservadores, em alguns casos podendo chegar a 30 dias, tempo suficiente para o gestor desfazer uma operação caso haja um resgate. Nesses tempos de vacas magras, ou taxa de juros baixa, é uma forma interessante para o investidor fugir da tradicional Renda Fixa e dar uma turbinada em seus investimentos”, aconselha o Diretor de operações da Gradual Investimentos.

 

 

Sobre – Pedro Coelho Afonso

Economista e graduado em relações internacionais, atualmente Pedro Afonso é Diretor de Investimentos da Gradual Corretora.  Com 12 anos de experiência no mercado financeiro, passando por grandes instituições, sempre na área de gestão de investimentos, como o Banco Santander, Rio Bravo e Nest Asset Management, sua área é responsável pela custódia de mais de R$ 2 bilhões e 58 mil clientes. Especialista em investimentos, Pedro Afonso procura mostrar de forma simples todos os produtos disponíveis hoje no mercado financeiro e traçar a melhor estratégia de diversificação para cada perfil de investidor, sempre focando em preservar o seu capital.