FGV é top 5 no ranking MBA América Latina 2017

Novo estudo da América Economia Intelligence aponta as melhores escolas de negócios

 

A FGV é a única escola brasileira no top 5 do ranking que avaliou as 44 melhores escolas latino-americanas de MBA, de acordo com estudo da AméricaEconomia Intelligence. A Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP) ficou na 4ª posição. A equipe de pesquisa levou em conta principalmente inovações acadêmicas e curriculares destinadas a melhorar a experiência educativa e o desenvolvimento das habilidades dos alunos.

 

Para o presidente da IBE-FGV, Heliomar Quaresma, a qualidade do corpo docente, a oportunidade de networking, o impacto do curso sobre a carreira, a produção de conteúdo e pesquisa além da preocupação com excelência, fazem da Fundação um referencial mundial. “Temos o privilégio de carregar essa tradição e oferecer o mesmo conhecimento com a responsabilidade de garantir o aprendizado”, afirma.

 

Outras quatro instituições do Brasil foram classificadas em 12º, 33º, 38º e 43º lugares, respectivamente.

 

Ministério da Educação

Já a Escola Brasileira de Economia e Finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV-EPGE), do Rio de Janeiro, é a faculdade mais bem avaliada do Brasil, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), do Ministério da Educação (MEC). Em seguida a Escola de Economia de São Paulo (FGV-EESP), também da FGV, e o Instituto Tecnológico de Aeronáutico (ITA) completam o time das três melhores.

 

A Escola de Ciências Sociais (CPDOC) também figura no top 10 nacional, na sétima posição. Também alcançaram a nota máxima (5) a Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas (EBAPE) e a Escola de Administração de Empresas de São Paulo (EAESP). Foram considerados de excelência, com nota 4, os cursos das Escolas de Direito do Rio de Janeiro (Direito Rio) e de São Paulo (Direito SP).

 

O ranking faz parte de uma série de indicadores de qualidade da educação superior relativos a 2015 que foram divulgados pelo Inep em março, mas foi atualizado no começo de junho após algumas instituições solicitarem correções na análise.

 

 

Comentários