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Em resposta a vereador, Prefeitura confirma falta de medicamentos na rede pública

Em resposta a requerimento do vereador José Antonio Ferreira, o Dr. José (PSDB), sobre a falta de medicamentos aos pacientes do SUS – Sistema Único de Saúde, a Prefeitura informou que há um atraso recorrente por parte da Secretaria Estadual de Saúde na distribuição de medicamentos de sua competência.

De acordo com o Executivo, o atraso é de cerca de dois meses e os medicamentos em falta são: Alenia 12/400; Amantadina 100 mg; Bromocriptina, Ciclosporina 100 mg/ml; Clobazan 10 mg; Fenifibrato 250 mg; Genfibrozila 600 mg; Gabapentina 300 mg; Galantamina 24 mg; Lamotrigina 25 mg e 50 mg; Mesalazina 400 mg e 800 mg; Piridostigmina 60 mg; Residronato 35 mg; Raloxifeno, Seretide, Somatropina 4Ul, Sulfassalazina 500 mg; Topiramato 25 mg; Ziprazidona 40 mg e 80 mg; Bimatoprosta; Brimonidina; e Latonoprosta.

Questionada sobre prazo para a normalização no fornecimento dos medicamentos na rede pública de saúde, a Prefeitura explicou que não são fornecidas informações por parte da esfera do SUS do Estado no que concerne ao prazo de normalização.

Sobre atendimentos realizados, a Administração respondeu que, em média, são feitos 14 mil atendimentos nas farmácias das UBSs e 7 mil atendimentos na farmácia do Centro Médico de Especialidades por mês. Quanto a valores investidos na aquisição de medicamentos, a Prefeitura disse que, no ano passado, foram gastos R$ 2,129 milhões com a assistência farmacêutica no Município.

Perguntada se a Rede Municipal de Saúde dispõe dos medicamentos Omeprazol, Miflasona e Nimesulida, a resposta é que o medicamento Miflasona (Dipropionato de Beclometasona – pó para inalação) não é padronizado na rede municipal. A rede conta com o medicamento Beclometasona – spray oral nas dosagens de 50 e 250 mcg, o qual não está em falta, bem como os medicamentos Omeprazol e Nimesulida.

“A distribuição dos medicamentos é de suma importância para o tratamento de várias enfermidades e a falta deles acarreta problemas aos pacientes e até interrupção do tratamento, vez que a maioria atendida pelo SUS não dispõe de recursos para arcar com os custos dos produtos, muitos de uso contínuo”, avalia Dr. José, que irá cobrar o Governo do Estado para normalizar a distribuição dos medicamentos de sua competência ao Município.

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Redação
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